Um Estudo Sobre Psions

Atenção: se você é cético, extremista de alguma religião ou um ser normal, por favor retire-se imediatamente deste blog. Não é aconselhável ler esta postagem. Como eu sei que irá ignorar meus avisos, peço para que não me incomode depois. Agradeço.

        Eu não gosto do nome psion, lembra muito X-Men (ironicamente, a maioria dos psions que conheci lembram os X-Men) ou jogos de RPG – que nunca consegui aprender a jogar, é algo muito complicado. De paranormal eles não têm nada, são o que todos podemos ser. Então deixarei como psion.

     Durante alguns anos eu conheci muitos psions. Boa parte desistiu, não conseguiu progredir muito, começou a achar que não valia a pena tanto treinamento para poucos resultados ou usou a famosa desculpa “não tenho tempo”. Agora só converso com quatro, mais os que eu converti em magistas do chaos.

        Jovens em sua maioria – possuem mais facilidade nos treinamentos. O problema é que maior parte é inconseqüente, não gosta de pensar e querem respostas prontas. Surge entre eles uma pessoa com um pouco mais de experiência e que tem algumas respostas. Pronto, a pessoa ganhou a coroa (de espinhos, porque irrita).

      As dúvidas, sempre as mesmas. As idéias, sempre as mesmas. Limitações? Muitas. Engraçado, porque eles não deveriam impor limites, no entanto vi a criação de tabelas e o maior hobby era perguntar para o outro em que nível da tabela estava. Algo antagônico, já que eles sonhavam em ser como não-sei-qual-personagem dos X-Men.

       Claro que nem todos são assim. Conheci alguns extremamente dedicados, que não se limitavam, que sabiam o que faziam e o porquê de tudo. Possuíam um bom embasamento teórico e prático. Ironicamente eles acabaram se tornando loucos, magistas ou estudantes de ocultismo (que o papa não leia, caso contrário os levará para a fogueira).

        Casos como querer aprender para matar alguém, vingança, ou até mesmo para que os pais deixassem sair a noite eram extremamente comuns. Não foi isso que fez eu sair de lá, foi o fato que eles não conseguiam ver que tinham todas as respostas. E quando eu (mais G1) tentamos mostrar isso a eles, nos tiraram do trono e apedrejaram. Confesso que nunca me diverti tanto. Sério, nós provocávamos aquelas crianças. Está entre os top 10 das minhas aventuras inconseqüentes.

 

 Quer ser um psion? Google it! Com o treinamento e estudo correto podemos fazer o impossível. Tem diversos artigos interessantes na internet – mas por favor, fuja das comunidades do Orkut sobre o assunto. Sua inteligência agradece.

 

Detalhe importante que perdeu a importância: podemos ser tudo, o impossível não existe. Essa coisa de psion, magista, parapsicólogo ou sei-lá-o-que apenas nos limita, são rótulos. Temos capacidade para fazer tudo, às vezes atribuimos mais importância a certos fatos, criando algumas dificuldades e bloqueios.
Viva a teofania!

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