O universo é carente – parte 2

Conversas de msn rendem posts. E tenho dito.

- O que é o Universo?

Tudo, Nada, Outra Coisa. É a soma, multiplicação, divisão, subtração e todas as operações matemáticas (ou não) dos diversos fatores que produzem os efeitos de ilusão (ou não) que formam aquilo que chamamos realidade (ou não) e nonada cria coincidências que você não acredita, acredita, diz não serem coincidências e afirma veementemente que são coincidências. E sim, a frase foi propositalmente longa para gerar confusão e ambigüidades.

- Quero olhar mais para o universo, para que ele olhe mais para mim.

Para que ter segundas intenções? Naquela fração de segundo que conseguimos sentir a magnitude de tudo já ficamos maravilhados. É uma sensação impossível de ser descrita em palavras, é algo que preenche o seu ser e você finalmente percebe como tudo faz sentido. É uma das melhores coisas que pode acontecer, só que não satisfeito em te proporcionar tais sensações e descobertas impossíveis de serem descritas e incompreendidas pela maioria dos seres humanos, você ganha mais. Você tem a impressão que tudo conspira ao seu favor, as melhores oportunidades surgem em sua vida. E você não pede por elas, elas simplesmente chegam, e você tem certeza absoluta que esse é um presente. Sim, o universo é carente. Porque poucas pessoas olham para ele, poucas pessoas conseguem se presentear com essa gama de sensações. A ignorância da humanidade (e egoísmo de muitos outros) impede que isso ocorra, e talvez isso torne a sensação de “tudo conspira ao meu favor” mais forte. Sair de um mundo completamente materialista onde a maior preocupação é “a próxima coisa que irei comprar” e parar num universo paralelo onde não há preocupações é uma mudança radical. Talvez a não-preocupação seja apenas uma conseqüência dos “presentes” que você ganha, afinal, não há por que se preocupar. Você tem tudo e muito mais!

- Que fofo *abraço coletivo no universoooo*

Nem merece comentários. Isso seria algo que eu admitiria numa pessoa que desconhece e jamais sentiu aquilo que descrevi acima. Visão de quem não percebe que cada frase possui múltiplos significados. Seres presos às suas pseudo-crenças e que cultuam o ego, mesmo que para isso tenham que sacrificar os outros. Felizmente esse tipo não vai longe. Ou morre ou renasce.

P.S.: Não gostei da postagem, aspas demais. De qualquer modo, nunca gosto das minhas postagens, sempre há o que melhorar.

P.S.2: Leia também O universo é carente – primeira parte

4 Respostas para “O universo é carente – parte 2”

  1. mu Disse:

    quando não cabe entender o que é o universo, tampouco chantageá-lo para apenas ganhar mais atenção de retorno, sobra a verdadeira amizade, onde confundem-se seres e eu me torno o universo e o universo, finalmente, consegue se tornar eu…

  2. Kathy Disse:

    Mú! (é um mugido/koan e não apelido. será?)

    Após a primeira pergunta, percebemos que não devemos entender, mas sentir o que é o universo. Após a segunda pergunta, percebemos que não devemos e muito menos queremos “chantageá-lo”, entra aqui novamente a percepção um novo tipo de integração.
    Não vá me dizer que você pensou nisso tudo quando disse sua frase… vc apenas o falou pq achou fofo, quando eu disse que o universo é carente, e eu sei disso! hahahahahahah

  3. mu Disse:

    dois loucos fugiram do manicômio e, para que conseguissem escapar do prédio, deveriam escapar pelo telhado.
    um deles disse: eu acendo a luz da lanterna e você passa por cima.
    o outro respondeu: vc acha q eu estou louco? e se você apaga a luz quando eu estiver atravessando?

    no mundo das ilusões e das metáforas….as reações são ilusões e metáforas…
    se a tristeza é negra, deve-se passar alvejante…ou respeitá-la por questões constitucionais.

    uma dúvida que sempre tive: katherine eu falo o T ou eu falo como TH (um F)?????

  4. Kathy Disse:

    O segundo não confiava no primeiro louco. Se eu estivesse numa situação dessas, preferiria criar asas a confiar em alguém que já traiu minha confiança mais de uma vez.

    Quanto ao meu nome… tanto faz.

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