Quando era criança, lembro de ter visto os livros de Blavatsky em casa – mas não dava a devida importância. Anos depois, tornou-se uma das minhas inspirações. Citarei um trecho extremamente interessante.
“A humanidade – a maioria pelo menos – detesta pensar por si mesma; e toma como insulto um simples apelo para sair dos velhos caminhos batidos e, ao seu próprio juízo, enveredar por outras sendas em busca de novas metas. Dai-lhe a resolver um problema que não lhe seja familiar; se os matemáticos, por não aprovarem o enunciado, se eximirem de o estudar, o público, não afeito à Matemática, ficará aturdido à vista das quantidades desconhecidas e, perdendo-se no emaranhado dos “x” e “y”, acabará por dar de ombros, ameaçando fazer em pedaços o importuno perturbador de seu Nirvana intelectual. Isso talvez explique os grandes e fáceis êxitos da Igreja Romana na conversão de tantos protestantes e livre pensadores (nominais) que nunca se deram aoo trabalho de refletir por si mesmos nos grandes e importantíssimos problemas da natureza interna do homem”
H.P. Blavatsky, em A Doutrina Secreta – volume V, pág. 28

Segunda-feira, 20 Outubro, 2008 às 3:24
[...] há, em boa parte, devido ao temor do desconhecido pelo vulgo. Sobre isto não explanarei mais, citei Blavatsky um tempo atrás. Oras, sem querer menosprezar ninguém, mas o vulgo é vulgo. Como li um tempo [...]
Quarta-feira, 22 Outubro, 2008 às 2:09
Existe uma ampla discussão sobre se a matemática é criação humana ou uma ciência natural. Pessoalmente, quanto mais estudo, mais vejo que ela é divinamente humana, e não há nada de profano nisso, segundo minha opinião
É interessante a comparação com a matemática.
Sexta-Feira, 21 Novembro, 2008 às 22:16
Não sei se você já ouviu falar nela… se não, pesquise sobre Blavatsky, foi uma grande ocultista, escreveu bons livros.
A comparação com matemática é apenas uma ilustração, podemos substituir a matemática com qualquer outra coisa: religião, magick…