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Off-topic: Revolta Quinta-feira, 31 Julho, 2008

Posted by K. in Meu cotidiano nada normal.
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Mais um pouco disso e serei uma serial killer.

Sério. Vou enlouquecer.

Ao menos esses estados alterados de consciência são úteis para lançar sigilos. A partir de hoje comecei a carregar um sempre comigo, nunca se sabe quando irá se revoltar com os Umanus aproveitadores.

Sem previsão para novos posts. =/

Como cuidar de um bonsai Domingo, 20 Julho, 2008

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Meu cotidiano nada normal, Pensamentos baseados em experiências.
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Quando eu era mais jovem, tinha quatro bonsai. Amava eles, até que precisei mudar para Floripa. Acabei deixando eles temporariamente aos cuidados de minha mãe. Uma semana após minha partida, tinham falecido.

Dois meses atrás fiquei tentada e resolvi iniciar novamente. Adquiri um bonsai de mais idade (os anteriores eu que tinha feito), 5 anos. Levei ele para casa toda feliz, mas ficando receosa com relação aos seus cuidados, era uma espécie nova para mim. Na primeira semana senti que algo estava faltando. Não queria perdê-lo. Então tudo começou.

Noite após noite, meus sonhos eram interrompidos com cenas minhas cuidando do meu bonsai. Que horário colocar no sol, quando dar água, quando adubar, etc. Sigo tais “instruções” à risca e após alguns dias, no inverno, surgem flores. Serissas não costumam dar flores no inverno, ainda mais quando a temperatura está menor que 8ºC. Finalmente eu sinto que uma ligação foi criada. Trato meu bonsai como se fosse meu filho, apesar de algumas discussões básicas (é Kether, e como tal não me apóia no meu egoísmo). Como cuidar de um bonsai? Simplesmente ouça o que ele tem a dizer. Manuais são inúteis, cada árvore é única e especial. Já dizia Shakespeare, “há muito mais entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”. Não sou wiccana ou de alguma religião alegre e feliz, simplesmente tenho mais simpatia com plantas e árvores que com muitos Umanus. Talvez eu seja louca, talvez não. Ao menos eu sei cuidar de um bonsai.

Uma pequena observação: como sempre, dei um nome. Seu nome é Kether. Qualquer semelhança com a primeira sephira da árvore da vida (Kabbalah) ou meu nome é mera coincidência. Será?

Uma pequena segunda observação: não coma alfaces, alfaces são amigas.

Uma pequena terceira observação: ainda não consegui perdoar meu sádico inconsciente.

Pseudo Sexta-Feira, 18 Julho, 2008

Posted by K. in Verdades Universais.
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Pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo Chega uma hora que cansa pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo Não tem a impressão que tudo é falso? pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo Não apenas os outros, mas você e suas atitudes também pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo É, somos apegados às ilusões pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo Viva feliz, viva iludido pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo No final, será irrelevante pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo Estamos perdidos pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo Caminhos são apenas caminhos, não levam a lugar algum pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo Parabéns, ao chegar ao final de sua vida, verá que só conseguiu andar em círculos pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo Esqueça as filosofias prontas de propagandas pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo  pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo O caminho que escolheu tem coração? pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo  pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo  pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo Chega uma hora que cansa pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo  pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo pseudo Acabou.

Defina “Talvez” Segunda-feira, 14 Julho, 2008

Posted by K. in Verdades Universais.
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Texto de autoria do venerável Mestre David, aquele que diz ter 14 anos mas na verdade é um ser imortal que quer conquistar o mundo com seu exército de zumbis. Retirado daqui.

Talvez algo seja verdadeiro,

Talvez nem tudo seja permitido.

Talvez emoções seriam as causas de muitas limitações…e também da compreensão de muitos pensamentos filosóficos.

Mas talvez… a única coisa que nos faça…sentir vivos.

Quer matá-lo?

Não consegue.

Por quê?

Seu coração ainda enxerga.

Nada é verdadeiro, meus sentimentos não são limitações.

Não são. Mas são as únicas coisas que o faz sentir-se vivo, e os outros  também.

O que prova que estou vivo?

Talvez a capacidade de reconhecer sentimentos, o que talvez seja apenas uma de muitas atividades cerebrais em funcionamento…

Esta não é a pílula azul e muito menos a vermelha,

e sim, a decisão de algo único verdadeiro, um plural universal, ou uma realidade em que,

ao seu ver, seria tudo totalmente permitido .

Para alguns, a pílula azul, em que seria a única certeza universal, é na verdade a vermelha.

Para outros, a pílula vermelha, que seria o universo imerso em uma explosão congelada, talvez possa ser a pílula azul.

Nada é verdadeiro, exceto sentimentos. Quer mesmo que tudo seja permitido?

Já sofremos mágoas demais. Talvez…seja melhor assim.

Sim, o texto foi sentimentalista demais, não é o meu estilo. No entanto possui significados mais profundos, indo além do sentimentalismo enlatado que as novelas querem vender. Talvez ele se encaixe perfeitamente no meu atual momento. Ou não.

Eu não escolho a pílula vermelha. Não escolho a pílula azul. Talvez criarei uma pílula branca. Vivemos numa ilusão, temos a obrigação de ser criativos!

Sobre a nova lei de trânsito Sábado, 12 Julho, 2008

Posted by K. in Pensamentos baseados em experiências.
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Sei que já devem ter comentado muito sobre o assunto, mas como ando extremamente ocupada não pude fazer antes essa postagem que há muito queria. De fato, ando ausente da blogosfera.

Há algumas semanas, retornando para casa, ouço uma entrevista no rádio (Pânico) do ônibus (?). Eles estavam comentando que a pessoa deveria ser consciente que se bebesse poderia perder a carteira e ganhar multa. Como discordiana, discordo.

Qual o objetivo da lei? Obviamente para impedir que as pessoas bebam e provoquem acidentes. Claro, é uma conclusão tão difícil de se chegar que as pessoas pensam que eles devem simplesmente evitar a punição. Tornou-se um gesto automático.

Lembrei da matéria extra que estava fazendo na faculdade, Análise e Modificação de Comportamento. A punição que estão aplicando serve apenas a curto prazo, não educa as pessoas. Parece que é extremamente difícil saber que se você beber terá um déficit cognitivo e poderá ocasionar algum acidente, tornar-se um assassino, desmembrar famílias. Esqueça o prejuízo ao seu bolso ou o fato de você ter que ficar um tempo sem dirigir. O que falta é pensamento lógico e racionalidade aplicada ao cotidiano – mas não em excesso.

Nos tornaremos robôs (ou repolhos) que agem instintivamente para evitar a punição que a infração das regras nos proporciona, sem ter o mínimo conhecimento para saber o porquê da existência daquelas regras. Sou a favor de propagandas radicais, algo do tipo: se beber, mate sua família. Talvez apenas propagandas radicais sirvam para educar repolhos vencidos (umanus). Também sou contra motos, visto que causam a maior parte dos acidentes de trânsito (entre num hospital e verá 15:20 no mínimo) – mas é irrelevante no momento.

As pessoas se acham tão espertas e “especiais” que nada acontecerá se dirigirem embriagadas. Ainda estou com o espírito egóico e sarcástico da minha personagem 8, mas sinto dizer, você é normal (e inútil). Carrega responsabilidades como qualquer um. E se você não dirige, tem a obrigação de começar a conscientizar as pessoas que bebem e dirigem que são potenciais assassinos. Dane-se a carteira, você pode atropelar a pessoa que mais ama sem ter noção disso. E ficará o resto de sua vida lamentando-se, patético. Se não lamentar, mais patético ainda.

Compartilhando uma experiência peculiar Sexta-Feira, 4 Julho, 2008

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos.
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A princípio eu não gosto de falar de coisas desse gênero aqui e disse que pararia de falar sobre ocultismo. Mas algo muito interessante aconteceu. Interessante até demais. Então, contra minha vontade (calar), contarei sobre um evento bizarro.

Há umas 3 semanas, resolvi fazer um sigilo. Mas não era um sigilo comum, eu pretendia deixá-lo em lugares públicos, onde as outras pessoas lançariam por mim. Comecei desenhando o glifo e o mantra em alguns ônibus e pontos de ônibus, inserindo uma armadilha para que as pessoas lançassem. Não fiz com muita freqüência, era algo esporádico e só quando sentia vontade (e o lugar estava deserto).

Domingo tomei conhecimento que havia chance de meu intento se concretizar na quarta-feira. Fiquei tão feliz que consegui colocar em mais alguns lugares durante a semana. Não, aquilo que eu queria não se realizou, mas coisas engraçadas aconteceram.

Na quarta-feira (dia que ele poderia se realizar), ocorre uma greve de ônibus em Floripa. Uma greve que não foi avisada previamente à população e que durou 2 dias (as que eu presenciei era 1 dia no máximo). Causou o caos na cidade, a ponte ficou parada por um tempo (não podiam isolar a ilha sem mim!), trânsito, etc.

Hoje, sexta-feira, enquanto estava indo pegar ônibus para casa, pensei como seria interessante entrar num ônibus que eu havia lançado o sigilo, mas obviamente isso seria algo complicado. Até porque meus horários de voltar para casa nunca são os mesmos e eu fiz o sigilo em apenas 7 ônibus, 3 na empresa que eu ia utilizar.

Quando entro no ônibus, percebo que há algo familiar. Sim, era um dos ônibus que eu havia escrito o sigilo. E coincidentemente, sentei no mesmo lugar em que eu havia colocado ele! Ele estava levemente apagado e alguém havia caído em minha armadilha. O que eu fiz? Retoquei o sigilo e coloquei um presentinho extra. Daqui a pouco vão pensar que estão fazendo macumba em lugares públicos! Hahahahaha

Obs: não apoio atos de vandalismo que sejam para fins egoístas/não-mindfuck.