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Off topic: (sem assunto relevante) Terça-feira, 30 Setembro, 2008

Posted by K. in Meu cotidiano nada normal.
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Hoje passei por outra experiência peculiar, magickamente falando. Jamais pensei que um servidor que ainda está em criação (ok, estou fazendo ele há mais de 2 meses .-. ) surgiria em meu auxílio. Talvez porque seja um servidor livre com um contrato, não tenho certeza. Um ponto ‘bom’ que pude notar foi que afastei-me de mim e consegui observar minhas reações instintivas de longe, embora não tenha conseguido impedí-las (e talvez nem quisesse).

Eles nos julgam porque não nos conhecem. É o temor do desconhecido, de algo além da compreensão deles. Ah… Umanus, Umanus! Como conviver com tal espécie alienada? – seria maldade demais aliená-los novamente…  será?

Após tudo, só me resta a música de lavagem cerebral:

“Don’t try to live so wise. Don’t cry ’cause you’re so right. Don’t dry with fakes or fears, ’cause you will hate yourself in the end.”

Carma e o Inconsciente Sábado, 27 Setembro, 2008

Posted by K. in Pensamentos baseados em experiências, Verdades Universais.
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Não é porque o carma é “ilógico” ou cíclico que nego sua existência. Pelo que eu sou (o que sou? quem sou eu? xP), obviamente SEI e SINTO (não apenas acredito) no poder do inconsciente. Iniciando pelas sombras geradas pela repressão indo até as “recompensas”. Você toma tal atitude e em algum lugar do seu insconsciente pensa que deve haver determinada conseqüência. E ele age interferindo de modo que aconteça aquilo que você achava que merecia, mesmo sem saber. E dependendo de quem for, é possível afetar os outros. Mas isto também é relativo. Como o insconciente coletivo.

Aqueles que você diz que não são “julgados” ou não tem o que merecem possuem um conceito diferente em seu inconsciente. Ou sofrem/ganham e você não sabe. Até que ponto conhecemos os outros? – assunto para outra postagem.

Resumindo, cabe a cada um optar por ser manipulado ou manipular. Escolho a terceira opção, equilíbrio(!). Está no inconsciente, outro mundo de ilusões. Apesar da ilógica, carma existe. Ele é aquilo que você pensa que é. Ou aquilo que você pensa que pensa que não é, e em algum lugar pensa que é. Ou vice-versa.

Watashi no yume wa… Quinta-feira, 18 Setembro, 2008

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Meu cotidiano nada normal, Pensamentos baseados em experiências, Verdades Universais.
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Pessoas precisam de sonhos para viver. Precisam manter suas mentes ocupadas na esperança de um futuro melhor. Tais sonhos não precisam ser coisas grandes ou impossíveis, muitas vezes estão mascarados sob pequenos desejos ou vontades. Pode ser a vontade de fazer algo, comer algo, ou outra coisa. Não importa, é tudo o mesmo. Sua constância permite cegar o ser humano. Deste modo é fácil viver num mundo de sonhos e desejos, não indo em busca da “verdade” contida na (ir)realidade que vivemos.

Apagar momentaneamente os instintos que nos levam a sonhar é uma experiência aterrorizante. Depois que você foi, não há volta. O modo de sentir e perceber tudo muda radicalmente. Torna-se inconcebível a idéia (e existência) de pessoas facilmente manipuláveis, cegas por seus instintos. Mas há.

Sim, eu tenho sonhos – se não tivesse não estaria aqui – mas aprendi a não me apegar a eles. Tudo é impermanente, inclua aqui os parágrafos anteriores. O meu sonho? Não sei. Talvez de creme ou goiabada, depende do meu humor. (piada sem graça ¬¬ )

-><-

A ilógica do carma, ou, a lógica cíclica do carma Quarta-feira, 17 Setembro, 2008

Posted by K. in Meu cotidiano nada normal, Verdades Universais.
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É confortável pensar que para cada ação há um retorno. Seja por esperarmos uma recompensa por uma boa ação ou esperarmos que alguém que nos prejudicou seja punido. Sim, é confortável pensar que haverá um “alguém” ou “destino” manipulando nossas vidas.

Para alguém ser punido, alguém precisa punir. E este alguém que punir precisará ser punido. Isto não é carma; não é livre-arbítrio. É outra prisão, é a nossa conhecida prisão de escolhas (como devo punir e como devo ser punido). A mesma “lógica” é aplicável às boas ações e recompensas. As pessoas não notam isto apenas porque o mundo é composto de uma alternância entre ações boas e más (e Umanus são idiotas).

Acreditando em carma estamos nos amarrando novamente. Presos às nossas escolhas. Presos uns aos outros. Cabe a você decidir o que é bom ou ruim. A pílula vermelha ou a azul? Continuo optando por criar uma nova realidade.

P.S.: Meu primeiro texto escrito no Malkut que coloco aqui. Que meigo x]~

Vote 2,3! Quarta-feira, 10 Setembro, 2008

Posted by K. in Verdades Universais.
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É sempre bom expor um movimento para mindfuckear um outro movimento, de modo que o outro movimento se torne um outro mindfuck de outro movimento, hã?

Esse é, portanto, um movimento para rogar seu voto à Éris.

E parabéns para mim pelos meus 21 anos no falso calendário.

きょ は わたし の たんじょうび  です ^^

Liberdade 1.1 Segunda-feira, 1 Setembro, 2008

Posted by K. in Verdades Universais.
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Resumindo tudo que foi dito na outra postagem sobre liberdade, só que de uma forma mais clara e objetiva:

Temos e criamos opções. Somos amarrados a elas. Estamos presos por aquilo que supostamente nos libertaria, o “livre arbítrio”. Vivemos numa ilusão. A liberdade não existe. Do mesmo modo, se seguirmos a linha de pensamento hermética, para estarmos presos deveria existir a liberdade. Se seguirmos a linha de pensamento hermética novamente só que mais a fundo, perceberemos que para estarmos presos, devemos estar livres ao mesmo tempo (se não entendeu, vá ler O Caibalion/Kybalion). Logo, ou a liberdade não é aquilo que definimos nos sonhos remotos dos primórdios da humanidade ou é parte de outro estado que soma liberdade e prisão. Voto na segunda terceira opção.

Nota: Como talvez tenham percebido, ando ausente nos últimos dias. Além das minhas habituais ocupações estou num processo de tentar reestabelecer um humor satisfatório sob grandes pressões. Está dando certo. Alguns chamariam de inferno astral. Eu digo que é um período para me organizar antes de assumir minhas reais responsabilidades por todas as besteiras que fiz ao longo desses quase 21 anos.