Quem sou eu no tarot? Sexta-Feira, 28 Novembro, 2008
Posted by K. in Verdades Universais.Tags: auto-conhecimento, magick, tarot
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Fiz o teste há pouco, tomei conhecimento no Chat-muda-de-nome Kinesis e Ocultismo, retirado do blog do Chesini.
Seria mais um teste de internet, se eu, nas minhas brincadeiras de pré-adolescente inconseqüente (eu tinha 13 anos) não resolvesse criar umas magicks usando cartas de tarot. Para o intento escolhi uma, devo ter trabalhado tanto com ela que criei afinidade. Ou já tinha, não sei. Fato é que a carta foi a que surgiu no teste. E pasmem, a descrição é meio parecida comigo…

You are The High Priestess
Science, Wisdom, Knowledge, Education.
The High Priestess is the card of knowledge, instinctual, supernatural, secret knowledge. She holds scrolls of arcane information that she might, or might not reveal to you. The moon crown on her head as well as the crescent by her foot indicates her willingness to illuminate what you otherwise might not see, reveal the secrets you need to know. The High Priestess is also associated with the moon however and can also indicate change or fluxuation, particularily when it comes to your moods.
What Tarot Card are You?
Take the Test to Find Out.
Chuva Domingo, 23 Novembro, 2008
Posted by K. in Verdades Universais.Tags: chuva, conspiração, tempo
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Eu gosto de chuva. O problema é que todos os excessos não são bons.
Ontem disseram que faz mais de 50 dias que não faz um dia de sol (ou seja, sem chuva) em Florianópolis. Eu não duvido. O estado até decretou situação de emergência…
Atlântida não foi afundada? Deve ser mais um plano maquiavélico para afundar a ilha e nos transformarem em peixes. Glub glub [o programa educativo da Cultura]
Sentimentos Sábado, 22 Novembro, 2008
Posted by K. in Meu cotidiano nada normal.Tags: emoções, niilismo, sentimentos
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Há cerca de uma semana venho me sentindo extremamente estranha.
Minha sensibilidade aguçou, mas não sinto nada “meu”. Não consigo sentir amor ou ódio pelas pessoas, por mais que eu me esforce. Muito menos raiva, desejos, ou outras sensações/sentimentos do gênero. Parece que todos são iguais, todos de alguma forma estão presos mas em algum lugar querem crescer.
E essa sensação de sentir nada… é maravilhosa. Sentimentos tornaram-se falsos e passageiros, mutáveis. Não sei se é apenas uma fase niilista, um distúrbio nos meus níveis de dopamina/serotonina ou tem algum fundamento espiritual resultante dos meus últimos treinamentos. Apenas não sinto nada. Talvez algo próximo da compaixão. Nada.
Ah, não consigo descrever. Palavras são palavras, tentam descrever sensações e sentimentos, mas muitas vezes falham ao tentar tal proeza.
Tabu: morte Sexta-Feira, 21 Novembro, 2008
Posted by K. in Meu cotidiano nada normal, Pensamentos baseados em experiências.Tags: morte, tabu, Umanus
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O maior tabu em uma conversa não é religião, política, esportes, sexo. É a morte. Pessoas temem a morte. Percebi isso principalmente nos últimos dias. Só ao comentar “todos iremos morrer, não seremos nada” as pessoas ao redor sentem arrepios e mandam eu calar a boca (o que tem ocorrido com muita frequência, mas ignore). Até mesmo os adoráveis católicos não gostam de falar no assunto, mesmo com seus contos poéticos de uma perfeita vida após a morte no céu ao lado de seu amado Jesus Cristo, Amén.
Sobre todos os assuntos as pessoas geralmente chegam a um consenso, nem que seja o consenso de que cada um possui uma opinião distinta. Sobre a morte, preferem nem comentar. As pessoas gostam de pensar que são imortais, que suas vidas fazem algum sentido, que as besteiras que compram hoje durarão eternamente e que ninguém irá morrer. Cadê o sentido da impermanência e mutação na vida das pessoas?
E depois criam comunidades em redes sociais com o nome “O que está acontecendo com o mundo?”. É o resultado do apego e falta de consciência com os fatos. Seus estudos, sua profissão, trabalho… tudo que você faz ao final não fará muita diferença (ok, fará, mas não entrarei em detalhes). materialmente falando, um dia você não passará de pó. Espiritualmente há outros conceitos, mas estou sem a mínima vontade de dissertar a respeito no momento.
Você irá morrer. Você tem medo quando isto ocorrer. Irá querer adiar mais e mais. Irá querer encontrar um sentido em sua vida. Ao final de tudo… não fará tanta diferença. Não negue, apenas aceite. E a vida será muito mais divertida.
Crianças robotizadas seguem padrão viral Quinta-feira, 20 Novembro, 2008
Posted by K. in Meu cotidiano nada normal, Pensamentos baseados em experiências.Tags: crianças, liberdade, Umanus, vírus
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No início deste mês vi uma criança e pensei: “ele será pedreiro, nada mais”. Não é preconceito contra nenhum tipo de trabalho, penso que cada um faz sua parte para manter a estrutura da sociedade, mas é a inexistência de sonhos e incapacidade de crescimento. Se pararmos para analisar, certamente houve uma modificação de castas, que era muito forte e predominante há uns séculos. Mas vivemos dentro de uma sociedade que não fornece educação de forma coerente, impedindo o crescimento das pessoas. Pior ainda: as pessoas não pensam em “crescer”.
Obviamente cada um possui uma opinião diferente. Quando eu morava no Meio do Nada, ao indagar aos meus colegas se eles pensavam em tentar vestibular para a federal, eles diziam que não valia a pena: fazendo uma faculdade qualquer ali perto, eles já teriam seus salários mínimos garantidos e não teriam as despesas de morar na capital (sem contar as dificuldades de uma mudança). Não são formadores de opinião, não são peixes que nadam contra a corrente. São seres levados por elas. E viva a mídia!
Ignore tudo que foi dito acima. A intenção da postagem é outra.
Não é apenas questão de educação. Há uma separação: aqueles que nasceram para comandar e aqueles que nasceram para serem comandados. No final, são todos um só, não há separações. Desde o menino que mora na favela que será traficante ou a garotinha mimada da alta classe que será empresária. Um recebe mais educação que o outro, um aprende mais com a vida que o outro… Mas ao avaliar os resultados, ações e formas de pensamento, são muito parecidos. Seus objetivos são adquirir bens materiais, procriar e viver numa suposta felicidade, cercados pela ilusão que acreditam ser realidade. E não adianta discutir com eles, sempre dirão que possuem a razão, que são felizes e que não devemos incomodá-los. principalmente se houver deus no meio
Eu não quero ter filhos. Vejo crianças como elas serão futuramente. Em uns tenho esperança, na grande maioria vejo tristeza. Os que se destacam muitas vezes procuram desenvolver siddhis, seguem formidáveis linhas de pensamento e não se apegam facilmente. Os outros são miniaturas de Umanus, robôs. Não entendo o instinto maternal. As pessoas olham as crianças e dizem: “que bonitinho”; mas não vêem que aquilo poderá ser até mesmo um serial killer. Sim, depende de muitos fatores para uma criança tornar-se uma assassina futuramente. No entanto prefiro dizer que os seres Umanus são uma praga, um vírus que se espalha. Eu não estou afim de contribuir para essa destruição, ainda mais que meus genes não são perfeitos (?).
E o planeta reage, tentando destruir a praga com seu sistema imune. Não tem jeito, criamos mutações e muitos artifícios, fazendo com que não importa quantos morram, sempre haverá um que irá sobreviver e continuar com a saga. Até que o próprio vírus baixe tanto a imunidade do organismo, de uma forma que ele será destruído por outra doença, que não a primordial - será que lembra SIDA? .
Novamente fugi do tema. Ah, ignorem.
Conversas aleatórias – ou não. Segunda-feira, 3 Novembro, 2008
Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Meu cotidiano nada normal.Tags: conversa, liberdade, msn
1 comment so far
Conversas de msn rendem posts. Tão meigo que merecia ser registrado aqui. [mas eu ainda acho que eu estava psicografando via msn]
Eu:
As pessoas não estão preparadas para saber como elas são.
Certas coisas a gente simplesmente sabe. São processos do inconsciente.
Você [B] tenta sair, mas fica em pensamento. Teme o que pode acontecer se for contra a corrente [feita das massas acéfalas]. Teme a liberdade.
Qual a origem do teu medo? Você teme o desconhecido. E é lá que reside a liberdade. Apenas na teoria você não saberá o que é a liberdade.
Um escravo ouvindo falar sobre ela apenas criará ilusões, jamais saberá como ela realmente é até que saia…
Mas o escravo não pode fugir para aquele novo e belo mundo do qual ele ouviu falar. E se ele não é tudo que ele imagina? É muito melhor ficar na segurança de seu trabalho forçado a arriscar perder… mas perder o quê? Não temos nada!!
B:
muito bom…eu posso te dizer algo…eu fico com muito interesse em “sair”…mas chega numa determinada hora…tudo começa a se confundir/a mudar, que não sei bem o que fazer, fico sem reação nessas horas…
Eu:
É a relutância do seu consciente em perder o poder.
B:
tb cheguei nessa conclusão…mas vc sabe que o passado sempre pesa
Eu:
Muda os focos de visão…. quando tudo é uno.
O passado não existe!
B:
não sei, mas parece como “fantasmas”…
Eu:
Apague eles.
B:
mas vc sabe explicar isso: apagar eles seria rejeitar eles??
Eu:
Procure compreender. Eles estão lá por alguma razão. Entenda. Aprenda as lições e os absorva. Eles sumirão mas continuarão a fazer parte de ti. Serão mais uma ferramenta para você fazer uso.
E uau, acho que estou psicografando. Por que jamais pensaria em coisas assim… agora parou u.u
