Moving on Sábado, 14 Novembro, 2009
Posted by K. in Aleatoriedades.Tags: indireta
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Algumas pessoas simplesmente não conseguem seguir em frente.
Não conseguem esquecer.
Eu sei que sou uma pessoa marcante, mas… caia fora.
É importante que cada pessoa viva sua vida. Não fique preso a isso que chama de modelo ou algo a ser atingido. O maior inimigo de nós somos nós. É ele quem você deve superar. Portanto, me esqueça.
K.
CAOS, o Jogo 9a edição Sexta-Feira, 13 Novembro, 2009
Posted by K. in Aleatoriedades.Tags: caos, caos o jogo, magia, magia pratica, sonhos
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Vamos lá fazer propaganda para uma nova edição!
CAOS, O JOGO – 9a. Edição – FAQ de Apresentação -
O QUE É O JOGO?
CAOS, O JOGO escapa de ter uma só definição, sendo apenas
possível de defini-lo multiplamente:
- É um sistema de treinamento mágico (em Magia do Caos).
- É um jogo de RPG.
- É um livro mutante.
- É um mix de fantasia com a realidade do jogador.
- É gratuíto.
- Independe de treinamento ou conhecimento prévio.
- Independe de associação a grupos, ordens ou covens.
- Nada exige do jogador, além de jogar segundo as regras.
- Tem regras pessoais, ou seja, cada jogador recebe um conjunto
próprio de regras para jogar.
- Cada jogador tem um caminho próprio no jogo, dependendo de
seus resultados.
- É coordenado por um mestre de jogos.
QUANTO CUSTARÁ?
A participaçao é gratuita.
O ônus do jogador é executar as técnicas propostas,
para as quais têm orientação do mestre de jogos, relatando o
resultado das mesmas dentro do prazo estipulado. Insucesso ou
sucesso parcial também são contados como resultados e devem ser
relatados. Havendo dificuldade do jogador em encontrar o
resultado desejado de uma cena, o mestre de jogos o remete
para uma cena auxiliar, que passa a ser a nova rodada do
jogador. Apenas O atraso do jogador em relação aos prazos
o desclassifica.
QUEM PODERÁ PARTICIPAR?
Qualquer pessoa que tenha mais de 18 anos, com acesso à
internet e esteja disposta a praticar as tarefas descritas,
dentro dos prazos estipulados. Regra principal do Jogo: Leia
a cena, execute o exercicio e remeta o resultado ao mestre
dejogos dentro do prazo estipulado.
QUAL O OBJETIVO DO JOGO?
Para jogar, inexistem regras gerais ou de conhecimento público.
Cada conjunto de regras será pessoal e determinará a ´realidade´ do
jogador. Assim, um jogador não saberá as regras do outro. Nenhum
ouvinte conhecerá as regras de qualquer jogador.
O JOGO tem como objetivo geral alterar a realidade do jogador,
introduzindo modificações desejadas pelo jogador. Na 1a. fase
de jogo, o objetivo do jogador é encontrar seu personagem de jogo.
COMO ME INSCREVO NO JOGO?
A inscrição no jogo é um ato de vontade que deve ser declarada
imperativamente.
Para pedir inscrição é necessário estar inscrito na lista
kaos-brasil@yahoogrupos.com.br e uma vez inscrito votar na
enquete/pesquisa abaixo:
http://br.groups.yahoo.com/group/kaos-brasil/surveys?id=12959632
O QUE SÃO MESTRES DE JOGOS E COMO DEVO PROCEDER PARA ATUAR NO JOGO?
O Mestre de Jogos é aquele que coordena O JOGO para um grupo
de jogadores de CAOS. Apenas isto. O termo ´mestre´ deixa aqui
de ter o significado de uma relação ´mestre-discípulo´ para ter
o significado ´árbitro-jogador´.
Para cada cena, existem atividades a serem executadas pelo jogador.
Dependendo dos resultados destas atividades é feito o desdobramento
do jogo para aquele jogador.
Havendo cumprido parcial ou totalmente os objetivos propostos
na CENA, o jogador deverá escrever ao seu Mestre de Jogos.
Todas as tentativas e resultados, ainda que falhos, devem ser anotados.
O jogador deverá comunicar ao seu mestre de jogos aquilo que achar
que é pertinente ao jogo.
COMO NASCEU ´CAOS O JOGO´?
Em fevereiro de 2003 na lista kaos-brasil houve uma iniciativa
de um grupo de pessoas em criar um Role Play Game (RPG) que
fosse diferente de tudo o que existia até então.
Haviam vários RPG que utilizavam de um roteiros que envolviam
termos de magia, como ´Mago, a Ascenção´.
Havia também a certeza de que muitas técnicas de magia
aproximavam-se de peças teatrais. Aquele grupo de pessoas
então tentou formular um RPG que fosse jogado com técnicas
mágicas, ao invés de simplesmente narrar seus textos com elementos
e conceitos de magia.
Contudo, a primeira iniciativa, que chamava-se RPG mágico,
deixou de ser bem sucedida. Em 2004 uma nova tentativa foi
realizada, partindo dos moderadores da lista kaos-brasil.
Aprendendo com os erros passados, os criadores de ´Caos´
reformularam totalmente e experiência, baseando a nova
criação em técnicas mágicas que pudessem ser aplicadas no
dia a dia, fazendo do próprio cotidiano do jogador o palco
onde se desenrolava o jogo.
O resultado foi um sucesso, que foi chamado de ´Caos, O Jogo´.
Na primeira edição de Caos, 8 jogadores concluíram a primeira
fase do jogo. Na segunda edição, em Janeiro de 2005, 6 pessoas
tiveram sucesso em concluir a primeira fase. Estes jogadores
relataram que a experiência do jogo foi eficaz na transformação
de sua forma de ver a si mesmos e o mundo, através dos
resultados obtidos. Os jogadores que concluíram a primeira
edição do jogo foram convidados para serem mestres de jogos
da 2a. edição e esta experiência também lhes foi gratificante.
A 5a. edição de ´Caos, O Jogo´, trouxe novas cenas, novos
exercícios e tem como objetivo ser a base experimental de
uma nova reformulação. Por ter sido até então uma experiência
favorável à todos os envolvidos, a moderação da lista
kaos-brasil lançou em Junho de 2006 esta nova edição.
A 7a edição ocorreu no primeiro semestre de 2009, a 8a edição teve início no segundo semestre de 2008 e continua em andamento.
COMO FUNCIONA O OPERACIONAL DO JOGO?
O Jogo foi criado para ser uma forma divertida de aprender
magia,sem compromissos com ordens, pactos, seitas ou grupos
religiosos.90% do jogo é jogado através de e-mail.
10% do jogo é jogado através de reuniões virtuais, via chats
dos mecanismos de mensagem on-line do MSN ou Yahoo.
Criamos ambientes lúdicos através de narrativas, chamadas cenas,
as quais trazem uma missão ao jogador, que deve desempenhá-la
executando uma prática sugerida. O mestre de jogos envia uma
cena ao jogador, que apos le-la, executa a tarefa proposta.
O resultado é informado via e-mail ao mestre de jogos, que,
analisando o resultado, dirá qual a proxima jogada.
Os exercícios e técnicas mágicas enviados são executados
pelo jogador em seu dia a dia, dentro de suas possibilidades.
Conforme for o resultado obtido, o jogador passa para uma nova
cena e assim vai evoluindo, até que chegue ao final da fase
do jogo ou desista no caminho.
Chat Éris Sábado, 24 Outubro, 2009
Posted by K. in Aleatoriedades.Tags: éris, chat, discordianismo, nonsense
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Aos interessados em falar coisas nonsense no msn, adicionem:
mgroup44237@hotmail.com
Algum puto ex-moderador excluiu todo mundo, portanto quem quiser, adicione novamente.
Escravidão e Mulheres Sexta-Feira, 9 Outubro, 2009
Posted by K. in Aleatoriedades, Verdades Universais.Tags: comédia, escravidão, mulher, piada, reflexão, rir, sonhos lúcidos
1 comment so far
Retirado do livro que estou lendo atualmente. Sonhos Lúcidos, autoria Florinda Donner. Não está idêntico porque coloquei de uma versão web (pra que transcrever se tem na internet?). Recomendo o livro, versão papel.
Muito interessante…. recomendo leitura, hahahhahah
—Como mulher deveria entender muito bem essa condição. Tem sido uma escrava toda sua vida.
—Do que está falando, Delia? — perguntei, irritada por sua impertinência, mas de imediato me acalmei, pensando que sem dúvida a pobre índia tinha um marido prepotente e insuportável.
— Acredite em mim, Delia. Sou inteiramente livre. Faço o que quero.
—Talvez você faça o que quer, mas não é livre — insistiu. —Você é mulher, e isso automaticamente significa que está à mercê dos homens.
—Não estou à mercê de ninguém! — gritei.
Não sei se foi minha afirmação ou o tom de minha voz que fizeram com que Delia se desatasse em gargalhadas, tão fortes como as minhas de momentos antes.
—Parece estar gozando de sua vingança — observei incomodada. —Agora é a sua vez de rir, não é?
—Não é o mesmo — replicou, repentinamente séria. —Você riu de mim porque se sentia superior. Escutar a uma escrava que fala como seu amo sempre diverte ao amo por um momento.
Desejei interrompê-la, dizer-lhe que nem me havia passado pela cabeça pensar nela como uma escrava, ou nem a mim como a um amo, mas ela ignorou meus esforços, e no mesmo tom solene explicou que o motivo pelo qual havia rido de mim era porque eu me achava cega e estúpida ante minha própria feminilidade.
—O que está acontecendo, Delia? — perguntei intrigada. —Você está me insultando deliberadamente.
—Muito certo — respondeu rindo, por completo indiferente à minha raiva crescente. Logo depois, golpeando-me forte no joelho, acrescentou: —O que me preocupa é que você não sabe que, pelo simples fato de ser mulher, é escrava.
Recorrendo a toda a paciência que pude reunir disse-lhe que estava equivocada:
—Ninguém é escravo hoje em dia.
—As mulheres são escravas — insistiu Delia —, os homens as escravizam. Eles aturdem às mulheres, e seu desejo de nos marcar como propriedades suas nos envolve em névoa, a névoa resultante se prende a nós como uma bigorna.
Meu olhar vazio a fez sorrir. Recostou-se no assento, abraçando o peito com as mãos.
—O sexo desorienta as mulheres — acrescentou de maneira suave, mas enfática —, e o faz tão irrefutavelmente que não podem considerar a possibilidade de que sua baixa condição seja a consequência direta do que se lhes faz sexualmente.
—Essa é a coisa mais ridícula que jamais escutei — declarei; logo, pesadamente, embarquei numa longa discussão acerca das razões sociais, econômicas e políticas que explicavam a baixa condição da mulher.
Com grande detalhe falei das mudanças ocorridas nas últimas décadas, e de como as mulheres haviam tido bastante êxito em sua luta contra a supremacia masculina. Incomodada com sua expressão irreverente, não pude conter o comentário de que ela, sem dúvida, era vítima dos prejuízos de sua própria experiência e perspectiva do tempo.
Todo o corpo de Delia começou a sacudir-se com o esforço que fazia para controlar seu riso. Conseguiu fazê-lo e me disse:
—Na realidade nada mudou. As mulheres são escravas. Temos sido criadas como escravas. As escravas que foram educadas estão hoje atarefadas denunciando os abusos sociais e políticos cometidos contra a mulher. Não obstante, nenhuma dessas escravas pode enfocar a raiz de sua escravidão — o ato sexual — a não ser que envolva um estupro, ou esteja relacionado com alguma forma de abuso físico — um leve sorriso adornou seus lábios quando disse que os religiosos, os filósofos e os homens da ciência têm mantido durante séculos, e certamente o seguem fazendo, que tanto os homens como as mulheres devem seguir um imperativo biológico ditado por Deus, que diz respeito diretamente à sua capacidade sexual reprodutiva.
—Temos sido condicionadas para acreditar que o sexo é bom para nós — ressaltou. —Esta crença e aceitação inata nos têm incapacitado para fazer a pergunta certa.
—E qual é essa pergunta? — inquiri, esforçando-me para não rir de suas convicções totalmente erradas.
Delia pareceu não haver me escutado; esteve tanto tempo em silêncio que pensei se haveria dormido, e por isso me surpreendeu quando disse:
—A pergunta que ninguém se atreve a fazer é: o que é quê o ato de que nos montem nos faz a nós, mulheres?
—Vamos, Delia… — retruquei jocosamente.
—O aturdimento da mulher é tão total que enfocamos qualquer outro aspecto de nossa inferioridade, menos aquele que é a causa de tudo — manteve.
—Mas Delia — disse rindo —, não podemos viver sem sexo. O que seria do gênero humano se…?
Parou minha pergunta e meu riso com um gesto imperativo de sua mão.
—Hoje em dia mulheres como você, em sua febre por se igualar ao homem, imitam-no, e o fazem até ao extremo absurdo de que o sexo que lhes interessa não tem nada que ver com a reprodução. Equiparam o sexo à liberdade, sem sequer considerar o que o sexo faz a seu bem-estar físico e emocional. Temos sido tão cabalmente doutrinadas que acreditamos firmemente que o sexo é bom para nós — me tocou com o cotovelo e, como se estivesse recitando uma ladainha, acrescentou:
—O sexo é bom para nós. É agradável, é necessário. Alivia as depressões, as repressões e as frustrações. Cura as dores de cabeça, a hipertensão e a pressão baixa. Faz desaparecer as espinhas da cara. Faz crescer a bunda e os seios. Regula o ciclo menstrual. Resumindo: é fantástico! É bom para as mulheres. Todos o dizem. Todos o recomendam. — fez uma pausa para depois declamar com dramática finalidade: —Não há mal que uma boa trepada não cure.
Suas declarações me pareceram muito engraçadas, mas de repente fiquei séria ao recordar como minha família e amigos, inclusive nosso médico particular, o haviam sugerido (é claro que não de maneira tão crua) como uma cura para todos os males da adolescência que me angustiavam por crescer em um meio tão estritamente repressivo. Havia dito que, ao casar-me, teria ciclos menstruais regulares, aumentaria de peso e dormiria melhor. Inclusive adquiriria uma disposição de ânimo mais doce.
—Não vejo nada de mal em desejar sexo e amor — me defendi. —Minhas experiências neste sentido têm sido muito prazerosas, e ninguém me domina ou atordoa. Sou livre! Eu faço com quem quero e quando quero.
Nos olhos escuros de Delia vi um lampejo de alegria ao dizer:
—O fato de escolher seu companheiro não altera o fato de que te montam. —Em seguida sorriu, como para mitigar a aspereza de seu tom, e acrescentou: —Equiparar o sexo com a liberdade é a suprema ironia. A ação de aturdir, por parte do homem, é tão completa, tão total, que nos tem drenado a energia e a imaginação necessárias para enfocar a verdadeira causa de nossa escravidão. — Logo enfatizou: —Desejar a um homem sexualmente, ou enamorar-se romanticamente por um, são as únicas opções dadas às escravas, e tudo o que nos tem sido dito acerca dessas duas opções não são outra coisa que desculpas, que nos submergem na cumplicidade e na ignorância.
Indignei-me, pois não podia deixar de pensar nela como em uma reprimida que odiava aos homens.
—Por que odeia tanto aos homens, Delia? — perguntei, apelando ao meu tom mais cínico.
—Não me desagradam — assegurou —, ao que me oponho apaixonadamente é à nossa renúncia a examinar quão profundamente doutrinadas estamos. A pressão que têm exercido sobre nós é tão terrível e fanática que nos convertemos em cúmplices complacentes. Aquelas que se animam a discordar são rotuladas como monstros que detestam aos homens, e sofrem a conseguinte zombaria.
Corada, observei-a sub-repticiamente, e decidi que ela podia falar de forma depreciativa do amor e de sexo pois, no fim das contas, era velha, e por estar mais além de todo desejo.
Rindo contidamente, Delia colocou as mãos atrás da cabeça. —Meus desejos físicos não caducaram porque seja velha —confessou — e sim porque me foi dada a oportunidade de usar minha energia e imaginação para converter-me em algo diferente da escrava para a qual me criaram.
Porque havia lido meus pensamentos me senti mais insultada que surpreendida. Comecei a defender-me, mas minhas palavras só provocaram sua risada. Quando parou de rir me encarou; seu rosto mostrava-se tão sério e severo como o de uma professora a ponto de dar uma reprimenda a um aluno.
—Se você não é uma escrava, como é que te criaram para ser uma Hausfrau que não pensa em outra coisa que em heiraten e em seu futuro Herr Gernahl que dich mitnehmen?
CAOS, o jogo Quinta-feira, 23 Julho, 2009
Posted by K. in Aleatoriedades.Tags: caos, jogo
2 comments
Aos interessados, hoje é o último dia para as inscrições da 8ª edição.
Participei da 7ª edição. Devo dizer que foi uma experiência interessante, visto que foi o gatilho para muitos eventos mais interessantes em minha vida.
Oportunidade para mudar. E divertir-se também, pois é um jogo. Só jogando para saber como é. Recomendo.
Para inscrever-se, apenas votar (precisa ter conta no yahoo e fazer parte do grupo):
http://br.groups.yahoo.com/group/kaos-brasil/surveys?id=12915470
=)
Explicando… Terça-feira, 21 Julho, 2009
Posted by K. in Aleatoriedades.1 comment so far
Tentarei explicar em poucas palavras o que aconteceu com o blog.
Mudanças.
Durante os últimos meses sofri intensas mudanças interna e externamente. Fui jogada num oceano onde o único barquinho que me restava era o da humildade. Aprendi muito. Tanto que sequer tinha tempo para postar aqui. As mudanças também acarretaram uma modificação de pensamento. Me envergonharia daquilo que de forma prepotente escrevi no passado. Não apagarei porque não pode ser apagado. O que foi escrito deixou marcas.
E… agora começa um novo estilo de postagem. Escreverei algumas coisinhas legais que aprendi, talvez.
=)
