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Dogma e pragmatismo – parte 1 Quinta-feira, 22 Janeiro, 2009

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Pensamentos baseados em experiências, Verdades Universais.
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(O texto tenderá a sofrer mudanças, atualmente é apenas um rascunho de algo que prometi a alguém)

Iniciar um texto sempre é difícil. Talvez por pensar que isso já é difícil o torna difícil. E isto é um dogma. Procurando dogma no dicionário ele pode ser definido como uma crença imposta que não admite contestação.  Explore um pouco mais este conceito. Dogma é toda sua criação, tudo que você acha que é verdadeiro, tudo em que você acredita. Pragmatismo é se desprender de tais leis e criar novas leis que se chocam e permitem a criação de um novo universo, onde você é o senhor dele.

Ficar falando coisas como “eu sou pragmático” é ilusório. Chegar a um pragmatismo total é aquilo que muita gente almeja, mas nem todos alcançam. Cada passo que damos ao seguir adiante traz consigo um pouco de conhecimento. Como todo conhecimento, ele traz regras e leis, modo de funcionamento e coisas do gênero. Digamos que para cada coisa que você aprende, há um manual. Você pode nem ter consciência disto, mas carrega inúmeros manuais. Desde o modo de como portar em sociedade ao mundo mágicko. O “querer, saber, ousar, calar” é um dogma. É um dogma que nos auxilia, mas não deixa de ser um dogma. Há diversas leis que você sequer tem conhecimento, mas estão presas a ti, em sua vida, mediante o seu inconsciente e o inconsciente coletivo. Você está preso.

Pragmatização seria jogar as leis uma de encontro à outra. Uma busca desenfreada pela liberdade, por aquilo que é real. Você tem a capacidade de tudo, pode se libertar das amarras que te prendem. Seria colocar em prática aquela frase dita por alguns caoístas, “Nada é verdadeiro, tudo é permitido”. Se eu opto por dar vida ao universo em minha mente, ele começa a pulsar e me arrasta para dentro dele. Se eu o ignoro, ele me repele. E é assim que as coisas funcionam. São pequenas escolhas que você faz que te tornam o que você é.

Um dos grandes problemas da pragmatização é a ilusão. Criar uma realidade irreal, jogar-se nela e se perder nos labirintos da mente. Para tudo há um preço. Deve haver uma necessidade de querer ser algo maior, ser alguém jamais visto.

Cada pessoa é diferente, moldada por suas experiências passadas, idéias e atos. Cada um trilha seu caminho, uns correm, outros caem, outros voam. Métodos são irrelevantes, a maioria tende a querer se encontrar. Estamos numa busca desenfreada por nós mesmos. Baseado nisso, é possível dizer que cada um possui um tipo diferente de ver e lidar com magia. Dependendo de seus talentos e dificuldades, certo tipo de ato poderá ser mais fácil ou difícil. Magia do caos fala, resumidamente, em você fazer aquilo que é mais fácil para ti, seu talento. Deve explorar suas facilidades em busca de alcançar os melhores resultados. Isso é uma pragmatização. Destruir seus temidos dogmas e explorar todo seu potencial.

Teoricamente é interessante falar sobre não ser dogmático, mas na hora da prática tudo complica. E isso não se aplica apenas à magick, mas toda nossa vida. Adquirir conhecimento é bom, só tem um efeito adverso: dogma. Destrua o dogma e mantenha o conhecimento. Talvez seja esse ponto que todos (a maioria pelo menos) tentamos alcançar.

*Ainda há o que melhorar, os parágrafos não fluem, há pausas entre eles. De qualquer forma, está aí para quem quiser ler…

Explicando minha ausência Sábado, 13 Dezembro, 2008

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Verdades Universais.
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Até o momento não dei nenhuma grande explicação com relação ao meu longo período de ausência no blog. A maioria deve pensar que era devido a faculdade, algumas ocupações mundanas, coisas do gênero.

Enganaram-se meus caros. Estava na finalização de meus planos de dominação Universal. Não é o mundo, é o universo. Nesse instante estava recebendo umas propostas para ser ditadora em alguns países da América Latina e dentro de algumas semanas expansão para a Ásia. Contatei os reptilianos (HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA – 23 has) e meus territórios já estão além da galáxia. Pobres mortais que não acreditam em minha influência e pensam que tudo que escrevo neste blog não passa de brincadeiras… tsc.

Amigo Secreto Quinta-feira, 11 Dezembro, 2008

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Meu cotidiano nada normal.
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Final de ano, festinhas capitalistas para aumentar o bolso do velho gordo, reuniões familiares, fofocas e o tradicional amigo secreto. Muitas vezes ele não é secreto, e na maioria das vezes não é com amigos.

Mas quando é feito em segredo e com amigos é muito divertido. Estou participando de um e resolvi revelar quem eu peguei. Disse de forma isolada para cada pessoa que a peguei – e falei alguma sugestão tosca de presente que ia comprar, pedindo opiniões. Mindfuck extremamente divertido. As pessoas possuem a tendência a falar quem pegaram, mas não mentir (da forma que eu fiz) que a pegaram. Depois de algum tempo perceberam a brincadeira e agora todos estão fazendo. Se alguém contar para outra pessoa que a pegou, não dará em nada, porque ninguém dá mais crédito a ninguém.

Ah, é engraçado. Pode ser que alguns utilizem para descobrir que presente dar, mas o meu eu já comprei. =D

E viva o capitalismo desenfreado que prende as massas em sua ignorância com molho branco!

Conversas aleatórias – ou não. Segunda-feira, 3 Novembro, 2008

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Meu cotidiano nada normal.
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Conversas de msn rendem posts. Tão meigo que merecia ser registrado aqui. [mas eu ainda acho que eu estava psicografando via msn]

Eu:

As pessoas não estão preparadas para saber como elas são.
Certas coisas a gente simplesmente sabe. São processos do inconsciente.
Você [B] tenta sair, mas fica em pensamento. Teme o que pode acontecer se for contra a corrente [feita das massas acéfalas]. Teme a liberdade.

Qual a origem do teu medo? Você teme o desconhecido. E é lá que reside a liberdade. Apenas na teoria você não saberá o que é a liberdade.
Um escravo ouvindo falar sobre ela apenas criará ilusões, jamais saberá como ela realmente é até que saia…
Mas o escravo não pode fugir para aquele novo e belo mundo do qual ele ouviu falar. E se ele não é tudo que ele imagina? É muito melhor ficar na segurança de seu trabalho forçado a arriscar perder… mas perder o quê? Não temos nada!!

B:
muito bom…eu posso te dizer algo…eu fico com muito interesse em “sair”…mas chega numa determinada hora…tudo começa a se confundir/a mudar, que não sei bem o que fazer, fico sem reação nessas horas…

Eu:
É a relutância do seu consciente em perder o poder.

B:
tb cheguei nessa conclusão…mas vc sabe que o passado sempre pesa

Eu:
Muda os focos de visão…. quando tudo é uno.
O passado não existe!

B:
não sei, mas parece como “fantasmas”…

Eu:
Apague eles.

B:
mas vc sabe explicar isso: apagar eles seria rejeitar eles??

Eu:
Procure compreender. Eles estão lá por alguma razão. Entenda. Aprenda as lições e os absorva. Eles sumirão mas continuarão a fazer parte de ti. Serão mais uma ferramenta para você fazer uso.
E uau, acho que estou psicografando. Por que jamais pensaria em coisas assim…  agora parou u.u

Rótulos Quinta-feira, 9 Outubro, 2008

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Verdades Universais.
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Há uma garota na minha sala que é extremamente fútil. Loira, burra, velha tarada, bonita, usa roupas de marca, sai apenas nas baladas mais caras, filha da dona (agora não mais xP) de loja de sapatos de marca, etc (preencha aqui com o que você quiser).

Essa é a opinião da massa. E como as pizzas massas sempre estão corretas, não há o que contestar.

Watashi no yume wa… Quinta-feira, 18 Setembro, 2008

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Pessoas precisam de sonhos para viver. Precisam manter suas mentes ocupadas na esperança de um futuro melhor. Tais sonhos não precisam ser coisas grandes ou impossíveis, muitas vezes estão mascarados sob pequenos desejos ou vontades. Pode ser a vontade de fazer algo, comer algo, ou outra coisa. Não importa, é tudo o mesmo. Sua constância permite cegar o ser humano. Deste modo é fácil viver num mundo de sonhos e desejos, não indo em busca da “verdade” contida na (ir)realidade que vivemos.

Apagar momentaneamente os instintos que nos levam a sonhar é uma experiência aterrorizante. Depois que você foi, não há volta. O modo de sentir e perceber tudo muda radicalmente. Torna-se inconcebível a idéia (e existência) de pessoas facilmente manipuláveis, cegas por seus instintos. Mas há.

Sim, eu tenho sonhos – se não tivesse não estaria aqui – mas aprendi a não me apegar a eles. Tudo é impermanente, inclua aqui os parágrafos anteriores. O meu sonho? Não sei. Talvez de creme ou goiabada, depende do meu humor. (piada sem graça ¬¬ )

-><-

Liberdade Quarta-feira, 6 Agosto, 2008

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Pensamentos baseados em experiências.
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Liberdade é utopia.

Estamos e sempre fomos presos. Amarrados às nossas possibilidades. Talvez tudo seja possível, talvez nem tudo. Concordo que podemos fazer coisas jamais imaginadas (fiz e presenciei muito disso), mas estamos presos. Repito: presos às nossas possibilidades. Você pode fazer isso ou aquilo, não ambos. Você pode fazer isso ou aquilo, não aquele outro. Pode parecer sem sentido, mas há.

Ou você sobe ou você desce.

E ainda me pergunta por que eu quero ambos. Não sei, talvez só para sentir que posso fazer tudo, que estou além de mim. Mas eu sou eu, não posso me ultrapassar. Quando chegar a tal ponto, não serei mais eu, e sim outra pessoa.

Você está preso aos condicionamentos impostos. Ou você torna-se capitalista ou critica o capitalismo. Pior ainda, pode tornar-se alheio a isso tudo. Estamos presos às nossas possibilidades. Uma grande criatividade é necessária para uma libertação. Mas quem chegou lá? Talvez a liberdade não exista. Ou talvez estejamos livres e presos. Tudo não passa de criações de nossas mentes. Somos sensações, apenas. Talvez algo mais, no entanto não passa de ilusão.

Somos ilusões presas às possibilidades. Possibilidades essas que criamos. Somos presos em nós.

Ciclos. Liberdade não há enquanto estivermos alimentando o ciclo. Você pode pensar que é livre, que toma as próprias decisões, mas não toma. Você apenas opta entre aquilo que pode optar. Estamos todos presos. Aproveitem a viagem, a vida na masmorra pode ser divertida se ignorarmos o estranho odor e a escuridão.

*Segundo os princípios herméticos (Kybalion), para estarmos presos tem que existir liberdade, seu oposto. Talvez estejamos num estado constante de liberdade/prisão. Ou então uma mudança estática e constante de ambos. Ou nada disso exista. Não consigo finalizar o raciocínio, estão montando móveis aqui em casa. Provavelmente farei uma segunda parte dessa postagem.

Como cuidar de um bonsai Domingo, 20 Julho, 2008

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Quando eu era mais jovem, tinha quatro bonsai. Amava eles, até que precisei mudar para Floripa. Acabei deixando eles temporariamente aos cuidados de minha mãe. Uma semana após minha partida, tinham falecido.

Dois meses atrás fiquei tentada e resolvi iniciar novamente. Adquiri um bonsai de mais idade (os anteriores eu que tinha feito), 5 anos. Levei ele para casa toda feliz, mas ficando receosa com relação aos seus cuidados, era uma espécie nova para mim. Na primeira semana senti que algo estava faltando. Não queria perdê-lo. Então tudo começou.

Noite após noite, meus sonhos eram interrompidos com cenas minhas cuidando do meu bonsai. Que horário colocar no sol, quando dar água, quando adubar, etc. Sigo tais “instruções” à risca e após alguns dias, no inverno, surgem flores. Serissas não costumam dar flores no inverno, ainda mais quando a temperatura está menor que 8ºC. Finalmente eu sinto que uma ligação foi criada. Trato meu bonsai como se fosse meu filho, apesar de algumas discussões básicas (é Kether, e como tal não me apóia no meu egoísmo). Como cuidar de um bonsai? Simplesmente ouça o que ele tem a dizer. Manuais são inúteis, cada árvore é única e especial. Já dizia Shakespeare, “há muito mais entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”. Não sou wiccana ou de alguma religião alegre e feliz, simplesmente tenho mais simpatia com plantas e árvores que com muitos Umanus. Talvez eu seja louca, talvez não. Ao menos eu sei cuidar de um bonsai.

Uma pequena observação: como sempre, dei um nome. Seu nome é Kether. Qualquer semelhança com a primeira sephira da árvore da vida (Kabbalah) ou meu nome é mera coincidência. Será?

Uma pequena segunda observação: não coma alfaces, alfaces são amigas.

Uma pequena terceira observação: ainda não consegui perdoar meu sádico inconsciente.

Compartilhando uma experiência peculiar Sexta-Feira, 4 Julho, 2008

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos.
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A princípio eu não gosto de falar de coisas desse gênero aqui e disse que pararia de falar sobre ocultismo. Mas algo muito interessante aconteceu. Interessante até demais. Então, contra minha vontade (calar), contarei sobre um evento bizarro.

Há umas 3 semanas, resolvi fazer um sigilo. Mas não era um sigilo comum, eu pretendia deixá-lo em lugares públicos, onde as outras pessoas lançariam por mim. Comecei desenhando o glifo e o mantra em alguns ônibus e pontos de ônibus, inserindo uma armadilha para que as pessoas lançassem. Não fiz com muita freqüência, era algo esporádico e só quando sentia vontade (e o lugar estava deserto).

Domingo tomei conhecimento que havia chance de meu intento se concretizar na quarta-feira. Fiquei tão feliz que consegui colocar em mais alguns lugares durante a semana. Não, aquilo que eu queria não se realizou, mas coisas engraçadas aconteceram.

Na quarta-feira (dia que ele poderia se realizar), ocorre uma greve de ônibus em Floripa. Uma greve que não foi avisada previamente à população e que durou 2 dias (as que eu presenciei era 1 dia no máximo). Causou o caos na cidade, a ponte ficou parada por um tempo (não podiam isolar a ilha sem mim!), trânsito, etc.

Hoje, sexta-feira, enquanto estava indo pegar ônibus para casa, pensei como seria interessante entrar num ônibus que eu havia lançado o sigilo, mas obviamente isso seria algo complicado. Até porque meus horários de voltar para casa nunca são os mesmos e eu fiz o sigilo em apenas 7 ônibus, 3 na empresa que eu ia utilizar.

Quando entro no ônibus, percebo que há algo familiar. Sim, era um dos ônibus que eu havia escrito o sigilo. E coincidentemente, sentei no mesmo lugar em que eu havia colocado ele! Ele estava levemente apagado e alguém havia caído em minha armadilha. O que eu fiz? Retoquei o sigilo e coloquei um presentinho extra. Daqui a pouco vão pensar que estão fazendo macumba em lugares públicos! Hahahahaha

Obs: não apoio atos de vandalismo que sejam para fins egoístas/não-mindfuck.

Nostalgias Sábado, 28 Junho, 2008

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Pensamentos baseados em experiências.
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Ultimamente ando nostálgica. Até demais.

Acabei caindo na tentação e reli umas postagens minhas de 2 anos atrás, num antigo blog meu que está com acesso restrito. Estranho como mudamos, até a forma de escrever. Pode ser uma mudança sutil ou brusca, não importa. Nós mudamos. Mudamos idéias, conceitos, tudo. Talvez eu nem seja a mesma pessoa.

Também percebi que esse blog está começando a pender para o lado do ocultismo – e como essa não é a intenção do blog (ou é?), tentarei retornar a como era antes. Mas como voltar ao que era antes, se nem eu mesmo sei como eu era antes? E não se preocupem, para aqueles que curtem assuntos de caráter ignorado, humilhado e que sofre preconceitos, há o pão de queijonline, um blog com diversos autores polêmicos e com um passado absurdamente bizarro – e um presente pior ainda.

De qualquer forma, é nostálgico. Você olha para trás e vê o quando mudou, como era em determinada época, como “tudo era mais fácil e você não sabia”. Mas chega um momento em que isso deve ser ignorado. Perder-se no passado não é a solução, muito menos viver no futuro. O agora é muito mais emocionante. Arrisque-se e saia da frente do monitor. Quem sabe depois de algumas aventuras no mundo pseudo-ilusão-real você não muda um pouco? Talvez para melhor, talvez para pior. Não importa, são apenas pontos de vista.