Não chore por mim Terça-feira, 16 Dezembro, 2008
Posted by K. in Meu cotidiano nada normal, Pensamentos baseados em experiências.Tags: emoções, sentimentos
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As pessoas possuem tendência a chorar e se sentirem comovidas pelo que acontece na vida dos outros. Por favor, não chorem por mim. Se vocês o fizerem, acabarei chorando por vocês.
No momento não estou chorando, sempre estive pronta para transformações assim, especialmente de 3 em 3 anos. Mas o fato é que muitos vem até mim e conversam comigo como… sei lá, como se eu estivesse morta num caixão e aquelas fossem suas últimas palavras para mim. Acabo me comovendo com isso tudo. Por favor, não chorem por mim, senão me sentirei na obrigação de chorar por vocês.
Agradeço por todos aqueles que realmente se preocupam comigo, agradeço também por todos aqueles que fingem (muito mal, por sinal) se preocupar comigo. Mas tem uma hora que cansa. Nem todos precisam chorar durante uma transição, berrar para o mundo sua infelicidade e tristeza. Tudo está agitado agora, mas considero esta mudança extremamente valiosa e que me auxiliará a seguir adiante.
A sociedade criou um formidável sistema de recompensa (baseado nas religiões ocidentais) se você sentir-se mal pelo outro. Oras, não podemos ver uma situação que desagrade nossos olhos: ou viramos a cara ou ajudamos para ganhar um espacinho no céu ao lado do nosso admirável ser barbudo. Sim, tem a real preocupação com o afastamento de um ser que julgamos ter importância e criamos laços ao longo dos anos. É o apego, afinal. De qualquer modo, eu ainda estarei aqui. Coincidências não existem, nada é por acaso.
Ahn… e quem não sabe o que aconteceu, me recuso a escrever aqui. Meu ego não permite. hahahahaha
Amigo Secreto Quinta-feira, 11 Dezembro, 2008
Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Meu cotidiano nada normal.Tags: amigo secreto, capitalismo, natal
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Final de ano, festinhas capitalistas para aumentar o bolso do velho gordo, reuniões familiares, fofocas e o tradicional amigo secreto. Muitas vezes ele não é secreto, e na maioria das vezes não é com amigos.
Mas quando é feito em segredo e com amigos é muito divertido. Estou participando de um e resolvi revelar quem eu peguei. Disse de forma isolada para cada pessoa que a peguei – e falei alguma sugestão tosca de presente que ia comprar, pedindo opiniões. Mindfuck extremamente divertido. As pessoas possuem a tendência a falar quem pegaram, mas não mentir (da forma que eu fiz) que a pegaram. Depois de algum tempo perceberam a brincadeira e agora todos estão fazendo. Se alguém contar para outra pessoa que a pegou, não dará em nada, porque ninguém dá mais crédito a ninguém.
Ah, é engraçado. Pode ser que alguns utilizem para descobrir que presente dar, mas o meu eu já comprei. =D
E viva o capitalismo desenfreado que prende as massas em sua ignorância com molho branco!
Sentimentos Sábado, 22 Novembro, 2008
Posted by K. in Meu cotidiano nada normal.Tags: emoções, niilismo, sentimentos
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Há cerca de uma semana venho me sentindo extremamente estranha.
Minha sensibilidade aguçou, mas não sinto nada “meu”. Não consigo sentir amor ou ódio pelas pessoas, por mais que eu me esforce. Muito menos raiva, desejos, ou outras sensações/sentimentos do gênero. Parece que todos são iguais, todos de alguma forma estão presos mas em algum lugar querem crescer.
E essa sensação de sentir nada… é maravilhosa. Sentimentos tornaram-se falsos e passageiros, mutáveis. Não sei se é apenas uma fase niilista, um distúrbio nos meus níveis de dopamina/serotonina ou tem algum fundamento espiritual resultante dos meus últimos treinamentos. Apenas não sinto nada. Talvez algo próximo da compaixão. Nada.
Ah, não consigo descrever. Palavras são palavras, tentam descrever sensações e sentimentos, mas muitas vezes falham ao tentar tal proeza.
Tabu: morte Sexta-Feira, 21 Novembro, 2008
Posted by K. in Meu cotidiano nada normal, Pensamentos baseados em experiências.Tags: morte, tabu, Umanus
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O maior tabu em uma conversa não é religião, política, esportes, sexo. É a morte. Pessoas temem a morte. Percebi isso principalmente nos últimos dias. Só ao comentar “todos iremos morrer, não seremos nada” as pessoas ao redor sentem arrepios e mandam eu calar a boca (o que tem ocorrido com muita frequência, mas ignore). Até mesmo os adoráveis católicos não gostam de falar no assunto, mesmo com seus contos poéticos de uma perfeita vida após a morte no céu ao lado de seu amado Jesus Cristo, Amén.
Sobre todos os assuntos as pessoas geralmente chegam a um consenso, nem que seja o consenso de que cada um possui uma opinião distinta. Sobre a morte, preferem nem comentar. As pessoas gostam de pensar que são imortais, que suas vidas fazem algum sentido, que as besteiras que compram hoje durarão eternamente e que ninguém irá morrer. Cadê o sentido da impermanência e mutação na vida das pessoas?
E depois criam comunidades em redes sociais com o nome “O que está acontecendo com o mundo?”. É o resultado do apego e falta de consciência com os fatos. Seus estudos, sua profissão, trabalho… tudo que você faz ao final não fará muita diferença (ok, fará, mas não entrarei em detalhes). materialmente falando, um dia você não passará de pó. Espiritualmente há outros conceitos, mas estou sem a mínima vontade de dissertar a respeito no momento.
Você irá morrer. Você tem medo quando isto ocorrer. Irá querer adiar mais e mais. Irá querer encontrar um sentido em sua vida. Ao final de tudo… não fará tanta diferença. Não negue, apenas aceite. E a vida será muito mais divertida.
Crianças robotizadas seguem padrão viral Quinta-feira, 20 Novembro, 2008
Posted by K. in Meu cotidiano nada normal, Pensamentos baseados em experiências.Tags: crianças, liberdade, Umanus, vírus
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No início deste mês vi uma criança e pensei: “ele será pedreiro, nada mais”. Não é preconceito contra nenhum tipo de trabalho, penso que cada um faz sua parte para manter a estrutura da sociedade, mas é a inexistência de sonhos e incapacidade de crescimento. Se pararmos para analisar, certamente houve uma modificação de castas, que era muito forte e predominante há uns séculos. Mas vivemos dentro de uma sociedade que não fornece educação de forma coerente, impedindo o crescimento das pessoas. Pior ainda: as pessoas não pensam em “crescer”.
Obviamente cada um possui uma opinião diferente. Quando eu morava no Meio do Nada, ao indagar aos meus colegas se eles pensavam em tentar vestibular para a federal, eles diziam que não valia a pena: fazendo uma faculdade qualquer ali perto, eles já teriam seus salários mínimos garantidos e não teriam as despesas de morar na capital (sem contar as dificuldades de uma mudança). Não são formadores de opinião, não são peixes que nadam contra a corrente. São seres levados por elas. E viva a mídia!
Ignore tudo que foi dito acima. A intenção da postagem é outra.
Não é apenas questão de educação. Há uma separação: aqueles que nasceram para comandar e aqueles que nasceram para serem comandados. No final, são todos um só, não há separações. Desde o menino que mora na favela que será traficante ou a garotinha mimada da alta classe que será empresária. Um recebe mais educação que o outro, um aprende mais com a vida que o outro… Mas ao avaliar os resultados, ações e formas de pensamento, são muito parecidos. Seus objetivos são adquirir bens materiais, procriar e viver numa suposta felicidade, cercados pela ilusão que acreditam ser realidade. E não adianta discutir com eles, sempre dirão que possuem a razão, que são felizes e que não devemos incomodá-los. principalmente se houver deus no meio
Eu não quero ter filhos. Vejo crianças como elas serão futuramente. Em uns tenho esperança, na grande maioria vejo tristeza. Os que se destacam muitas vezes procuram desenvolver siddhis, seguem formidáveis linhas de pensamento e não se apegam facilmente. Os outros são miniaturas de Umanus, robôs. Não entendo o instinto maternal. As pessoas olham as crianças e dizem: “que bonitinho”; mas não vêem que aquilo poderá ser até mesmo um serial killer. Sim, depende de muitos fatores para uma criança tornar-se uma assassina futuramente. No entanto prefiro dizer que os seres Umanus são uma praga, um vírus que se espalha. Eu não estou afim de contribuir para essa destruição, ainda mais que meus genes não são perfeitos (?).
E o planeta reage, tentando destruir a praga com seu sistema imune. Não tem jeito, criamos mutações e muitos artifícios, fazendo com que não importa quantos morram, sempre haverá um que irá sobreviver e continuar com a saga. Até que o próprio vírus baixe tanto a imunidade do organismo, de uma forma que ele será destruído por outra doença, que não a primordial - será que lembra SIDA? .
Novamente fugi do tema. Ah, ignorem.
Conversas aleatórias – ou não. Segunda-feira, 3 Novembro, 2008
Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Meu cotidiano nada normal.Tags: conversa, liberdade, msn
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Conversas de msn rendem posts. Tão meigo que merecia ser registrado aqui. [mas eu ainda acho que eu estava psicografando via msn]
Eu:
As pessoas não estão preparadas para saber como elas são.
Certas coisas a gente simplesmente sabe. São processos do inconsciente.
Você [B] tenta sair, mas fica em pensamento. Teme o que pode acontecer se for contra a corrente [feita das massas acéfalas]. Teme a liberdade.
Qual a origem do teu medo? Você teme o desconhecido. E é lá que reside a liberdade. Apenas na teoria você não saberá o que é a liberdade.
Um escravo ouvindo falar sobre ela apenas criará ilusões, jamais saberá como ela realmente é até que saia…
Mas o escravo não pode fugir para aquele novo e belo mundo do qual ele ouviu falar. E se ele não é tudo que ele imagina? É muito melhor ficar na segurança de seu trabalho forçado a arriscar perder… mas perder o quê? Não temos nada!!
B:
muito bom…eu posso te dizer algo…eu fico com muito interesse em “sair”…mas chega numa determinada hora…tudo começa a se confundir/a mudar, que não sei bem o que fazer, fico sem reação nessas horas…
Eu:
É a relutância do seu consciente em perder o poder.
B:
tb cheguei nessa conclusão…mas vc sabe que o passado sempre pesa
Eu:
Muda os focos de visão…. quando tudo é uno.
O passado não existe!
B:
não sei, mas parece como “fantasmas”…
Eu:
Apague eles.
B:
mas vc sabe explicar isso: apagar eles seria rejeitar eles??
Eu:
Procure compreender. Eles estão lá por alguma razão. Entenda. Aprenda as lições e os absorva. Eles sumirão mas continuarão a fazer parte de ti. Serão mais uma ferramenta para você fazer uso.
E uau, acho que estou psicografando. Por que jamais pensaria em coisas assim… agora parou u.u
Solutór Sexta-Feira, 10 Outubro, 2008
Posted by K. in Meu cotidiano nada normal, Verdades Universais.Tags: marcas, mercado, rótulos, Umanus
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A sociedade precisa criar marcas para identificar os bois as pessoas que a integram. Para tal, os grupos costumam deixar uma marca estampada no rosto de cada um, simbolizando o que a pessoa é. Nem sempre tais marcas são corretas. Quase nunca, na verdade.
Traduzir um ser Umanu em poucas palavras ou num estereótipo é complicado. Se estamos empenhados numa longa jornada de auto-conhecimento, significa que não nos conhecemos completamente. Se eu não me conheço muito bem, sei menos ainda a respeito do meu vizinho. Somos complexos, estamos em constante desenvolvimento. Uma idéia que eu acho maravilhosa hoje, odiarei amanhã. Da mesma maneira, não posso falar que o meu vizinho é um retardado só porque ouve funk em volume alto aos domingos quando quero estudar. Pode ser apenas um gosto dele entre tantos. Nada impede que ele estude física quântica, religiões, astronomia…
A pessoa em questão do post anterior “existe”, mas não é o que seu rótulo transmite. Dias atrás, inclusive, tivemos uma conversa a respeito de rótulos onde mostrou sua indignação porque as pessoas costumam subestimar sua inteligência. Não é coisa de loira quando sente que foi enganada, ela é inteligente mesmo
. Muito mais que a maioria do pessoal que estuda comigo (obs: outro dia uma garota discutiu comigo porque disse ela que o correto é encomodo e não incômodo; 10 dias após a ativação do LHC, eu comentando sobre ele e todos achando que não passava de brincadeira minha a existência dele).
Marcar cada um com uma imagem só é importante para a sociedade e formação de grupos. De certo modo aproxima aqueles que possuem afinidades, mas nem todos deixam suas afinidades estampadas tentando ser o melhor produto do mercado. Eu, por exemplo, prefiro ser rotulada como a garota quieta com retardo mental à garota cujo hobby é psico-comando e estudar ciências ocultas.
Ao falar que determinadas pessoas são repolhos, estou rotulando também. Rotulei uma plantação de repolhos. Talvez eles achem que eu sou um repolho também. Talvez eu seja. Talvez eles não sejam. Depende do referencial. Fato é: ninguém sabe completamente da minha vida, vou contando fragmentos para cada um. Uns conhecem a estudante de medicina, outros a garota que gosta de armas de corte, outros a discordiana, outros a caoista, outros a manipuladora (psico-comando), outros a estudante de ocultismo, outros a louca, outros a séria, outros a tímida, outros a garota que não gosta de beber nem sair à noite… =)
Não, rótulos não são inúteis. Possuem sua utilidade dentro de uma sociedade, por mais primitivos que eles sejam. Mas que são chatos e irritantes.. ah, eles são!
Dez Sábado, 4 Outubro, 2008
Posted by K. in Meu cotidiano nada normal.Tags: caminhos, coração, magick, Umanus
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3:23, extremamente exausta e cansada depois de uma semana com a magick me puxando de volta, recém chegada em casa… mas mesmo assim não pude deixar de passar por aqui e relatar minha experiência.
Dois dias atrás eu disse para a divindade escolhida que bastaria o décimo, aquele que fecharia o ciclo, que eu iria de vez para o seu lado. Hoje foi o dia. Estou mal, muito mal. Vi que foi uma má escolha, chamei a divindade para me ajudar, o que ele fez foi apenas querer que eu agisse sozinha. Ele estava certo, afinal, não pode aceitar qualquer uma ao seu lado. Estava literalmente enjoada, literalmente quase vomitando (outro dia emético?), quando resolvi dar um fim no ciclo.
Simplesmente não entendo os Umanus. Eles adoram fazer algo que eu simplesmente não gosto. O fazia por não ter opinião e tentar seguir as massas. É, comigo não dá certo, preciso seguir o caminho dos deuses, apenas eles me satisfazem (a frase soou estranha .-. ).
E como eu disse acima, essa semana foi cansativa. É totalmente desesperador ver a magick te sugando, você sente como se estivesse totalmente atrasado pelos dias que a deixou de lado por possuir outras prioridades. Ganhar dinheiro, notas boas na faculdade… isso tudo é ilusório. Nada me traz mais satisfação que um segundo mágicko.
Hoje, sábado dia 04 de outubro, 03:23, dou um fim ao meu ciclo de sofrimento. Chega, o caminho dos deuses me espera. É, achei um caminho com coração. Mais importante ainda, ele não possui nenhuma patologia. TUM-TÁ
Ignore todo o texto acima. Ele foi escrito numa madrugada sem introspecção e/ou inspiração.
Off topic: (sem assunto relevante) Terça-feira, 30 Setembro, 2008
Posted by K. in Meu cotidiano nada normal.Tags: lavagem cerebral, magick, Umanus
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Hoje passei por outra experiência peculiar, magickamente falando. Jamais pensei que um servidor que ainda está em criação (ok, estou fazendo ele há mais de 2 meses .-. ) surgiria em meu auxílio. Talvez porque seja um servidor livre com um contrato, não tenho certeza. Um ponto ‘bom’ que pude notar foi que afastei-me de mim e consegui observar minhas reações instintivas de longe, embora não tenha conseguido impedí-las (e talvez nem quisesse).
Eles nos julgam porque não nos conhecem. É o temor do desconhecido, de algo além da compreensão deles. Ah… Umanus, Umanus! Como conviver com tal espécie alienada? – seria maldade demais aliená-los novamente… será?
Após tudo, só me resta a música de lavagem cerebral:
“Don’t try to live so wise. Don’t cry ’cause you’re so right. Don’t dry with fakes or fears, ’cause you will hate yourself in the end.”
Watashi no yume wa… Quinta-feira, 18 Setembro, 2008
Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Meu cotidiano nada normal, Pensamentos baseados em experiências, Verdades Universais.Tags: comida, desejos, liberdade, sonhos, Umanus
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Pessoas precisam de sonhos para viver. Precisam manter suas mentes ocupadas na esperança de um futuro melhor. Tais sonhos não precisam ser coisas grandes ou impossíveis, muitas vezes estão mascarados sob pequenos desejos ou vontades. Pode ser a vontade de fazer algo, comer algo, ou outra coisa. Não importa, é tudo o mesmo. Sua constância permite cegar o ser humano. Deste modo é fácil viver num mundo de sonhos e desejos, não indo em busca da “verdade” contida na (ir)realidade que vivemos.
Apagar momentaneamente os instintos que nos levam a sonhar é uma experiência aterrorizante. Depois que você foi, não há volta. O modo de sentir e perceber tudo muda radicalmente. Torna-se inconcebível a idéia (e existência) de pessoas facilmente manipuláveis, cegas por seus instintos. Mas há.
Sim, eu tenho sonhos – se não tivesse não estaria aqui – mas aprendi a não me apegar a eles. Tudo é impermanente, inclua aqui os parágrafos anteriores. O meu sonho? Não sei. Talvez de creme ou goiabada, depende do meu humor. (piada sem graça ¬¬ )
-><-
