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Escravidão e Mulheres Sexta-Feira, 9 Outubro, 2009

Posted by K. in Aleatoriedades, Verdades Universais.
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Retirado do livro que estou lendo atualmente. Sonhos Lúcidos, autoria Florinda Donner. Não está idêntico porque coloquei de uma versão web (pra que transcrever se tem na internet?). Recomendo o livro, versão papel.

Muito interessante…. recomendo leitura, hahahhahah

—Como mulher deveria entender muito bem essa condição. Tem sido uma escrava toda sua vida.

—Do que está falando, Delia? — perguntei, irritada por sua impertinência, mas de imediato me acalmei, pensando que sem dúvida a pobre índia tinha um marido prepotente e insuportável.

— Acredite em mim, Delia. Sou inteiramente livre. Faço o que quero.

—Talvez você faça o que quer, mas não é livre — insistiu. —Você é mulher, e isso automaticamente significa que está à mercê dos homens.

—Não estou à mercê de ninguém! — gritei.

Não sei se foi minha afirmação ou o tom de minha voz que fizeram com que Delia se desatasse em gargalhadas, tão fortes como as minhas de momentos antes.

—Parece estar gozando de sua vingança — observei incomodada. —Agora é a sua vez de rir, não é?

—Não é o mesmo — replicou, repentinamente séria. —Você riu de mim porque se sentia superior. Escutar a uma escrava que fala como seu amo sempre diverte ao amo por um momento.

Desejei interrompê-la, dizer-lhe que nem me havia passado pela cabeça pensar nela como uma escrava, ou nem a mim como a um amo, mas ela ignorou meus esforços, e no mesmo tom solene explicou que o motivo pelo qual havia rido de mim era porque eu me achava cega e estúpida ante minha própria feminilidade.

—O que está acontecendo, Delia? — perguntei intrigada. —Você está me insultando deliberadamente.

—Muito certo — respondeu rindo, por completo indiferente à minha raiva crescente. Logo depois, golpeando-me forte no joelho, acrescentou: —O que me preocupa é que você não sabe que, pelo simples fato de ser mulher, é escrava.

Recorrendo a toda a paciência que pude reunir disse-lhe que estava equivocada:

—Ninguém é escravo hoje em dia.

—As mulheres são escravas — insistiu Delia —, os homens as escravizam. Eles aturdem às mulheres, e seu desejo de nos marcar como propriedades suas nos envolve em névoa, a névoa resultante se prende a nós como uma bigorna.

Meu olhar vazio a fez sorrir. Recostou-se no assento, abraçando o peito com as mãos.

—O sexo desorienta as mulheres — acrescentou de maneira suave, mas enfática —, e o faz tão irrefutavelmente que não podem considerar a possibilidade de que sua baixa condição seja a consequência direta do que se lhes faz sexualmente.

—Essa é a coisa mais ridícula que jamais escutei — declarei; logo, pesadamente, embarquei numa longa discussão acerca das razões sociais, econômicas e políticas que explicavam a baixa condição da mulher.

Com grande detalhe falei das mudanças ocorridas nas últimas décadas, e de como as mulheres haviam tido bastante êxito em sua luta contra a supremacia masculina. Incomodada com sua expressão irreverente, não pude conter o comentário de que ela, sem dúvida, era vítima dos prejuízos de sua própria experiência e perspectiva do tempo.

Todo o corpo de Delia começou a sacudir-se com o esforço que fazia para controlar seu riso. Conseguiu fazê-lo e me disse:

—Na realidade nada mudou. As mulheres são escravas. Temos sido criadas como escravas. As escravas que foram educadas estão hoje atarefadas denunciando os abusos sociais e políticos cometidos contra a mulher. Não obstante, nenhuma dessas escravas pode enfocar a raiz de sua escravidão — o ato sexual — a não ser que envolva um estupro, ou esteja relacionado com alguma forma de abuso físico — um leve sorriso adornou seus lábios quando disse que os religiosos, os filósofos e os homens da ciência têm mantido durante séculos, e certamente o seguem fazendo, que tanto os homens como as mulheres devem seguir um imperativo biológico ditado por Deus, que diz respeito diretamente à sua capacidade sexual reprodutiva.

—Temos sido condicionadas para acreditar que o sexo é bom para nós — ressaltou. —Esta crença e aceitação inata nos têm incapacitado para fazer a pergunta certa.

—E qual é essa pergunta? — inquiri, esforçando-me para não rir de suas convicções totalmente erradas.

Delia pareceu não haver me escutado; esteve tanto tempo em silêncio que pensei se haveria dormido, e por isso me surpreendeu quando disse:

—A pergunta que ninguém se atreve a fazer é: o que é quê o ato de que nos montem nos faz a nós, mulheres?

—Vamos, Delia… — retruquei jocosamente.

—O aturdimento da mulher é tão total que enfocamos qualquer outro aspecto de nossa inferioridade, menos aquele que é a causa de tudo — manteve.

—Mas Delia — disse rindo —, não podemos viver sem sexo. O que seria do gênero humano se…?

Parou minha pergunta e meu riso com um gesto imperativo de sua mão.

—Hoje em dia mulheres como você, em sua febre por se igualar ao homem, imitam-no, e o fazem até ao extremo absurdo de que o sexo que lhes interessa não tem nada que ver com a reprodução. Equiparam o sexo à liberdade, sem sequer considerar o que o sexo faz a seu bem-estar físico e emocional. Temos sido tão cabalmente doutrinadas que acreditamos firmemente que o sexo é bom para nós — me tocou com o cotovelo e, como se estivesse recitando uma ladainha, acrescentou:

—O sexo é bom para nós. É agradável, é necessário. Alivia as depressões, as repressões e as frustrações. Cura as dores de cabeça, a hipertensão e a pressão baixa. Faz desaparecer as espinhas da cara. Faz crescer a bunda e os seios. Regula o ciclo menstrual. Resumindo: é fantástico! É bom para as mulheres. Todos o dizem. Todos o recomendam. — fez uma pausa para depois declamar com dramática finalidade: —Não há mal que uma boa trepada não cure.

Suas declarações me pareceram muito engraçadas, mas de repente fiquei séria ao recordar como minha família e amigos, inclusive nosso médico particular, o haviam sugerido (é claro que não de maneira tão crua) como uma cura para todos os males da adolescência que me angustiavam por crescer em um meio tão estritamente repressivo. Havia dito que, ao casar-me, teria ciclos menstruais regulares, aumentaria de peso e dormiria melhor. Inclusive adquiriria uma disposição de ânimo mais doce.

—Não vejo nada de mal em desejar sexo e amor — me defendi. —Minhas experiências neste sentido têm sido muito prazerosas, e ninguém me domina ou atordoa. Sou livre! Eu faço com quem quero e quando quero.

Nos olhos escuros de Delia vi um lampejo de alegria ao dizer:

—O fato de escolher seu companheiro não altera o fato de que te montam. —Em seguida sorriu, como para mitigar a aspereza de seu tom, e acrescentou: —Equiparar o sexo com a liberdade é a suprema ironia. A ação de aturdir, por parte do homem, é tão completa, tão total, que nos tem drenado a energia e a imaginação necessárias para enfocar a verdadeira causa de nossa escravidão. — Logo enfatizou: —Desejar a um homem sexualmente, ou enamorar-se romanticamente por um, são as únicas opções dadas às escravas, e tudo o que nos tem sido dito acerca dessas duas opções não são outra coisa que desculpas, que nos submergem na cumplicidade e na ignorância.

Indignei-me, pois não podia deixar de pensar nela como em uma reprimida que odiava aos homens.

—Por que odeia tanto aos homens, Delia? — perguntei, apelando ao meu tom mais cínico.

—Não me desagradam — assegurou —, ao que me oponho apaixonadamente é à nossa renúncia a examinar quão profundamente doutrinadas estamos. A pressão que têm exercido sobre nós é tão terrível e fanática que nos convertemos em cúmplices complacentes. Aquelas que se animam a discordar são rotuladas como monstros que detestam aos homens, e sofrem a conseguinte zombaria.

Corada, observei-a sub-repticiamente, e decidi que ela podia falar de forma depreciativa do amor e de sexo pois, no fim das contas, era velha, e por estar mais além de todo desejo.

Rindo contidamente, Delia colocou as mãos atrás da cabeça. —Meus desejos físicos não caducaram porque seja velha —confessou — e sim porque me foi dada a oportunidade de usar minha energia e imaginação para converter-me em algo diferente da escrava para a qual me criaram.

Porque havia lido meus pensamentos me senti mais insultada que surpreendida. Comecei a defender-me, mas minhas palavras só provocaram sua risada. Quando parou de rir me encarou; seu rosto mostrava-se tão sério e severo como o de uma professora a ponto de dar uma reprimenda a um aluno.

—Se você não é uma escrava, como é que te criaram para ser uma Hausfrau que não pensa em outra coisa que em heiraten e em seu futuro Herr Gernahl que dich mitnehmen?

The Fool Quinta-feira, 26 Fevereiro, 2009

Posted by K. in Verdades Universais.
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Uno! Quarta-feira, 28 Janeiro, 2009

Posted by K. in Verdades Universais.
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O micro e o macrocosmo podem ter representações diferentes, mas um está inserido no outro. O que falta é a compreensão que tudo é apenas um. Você possui suas células. Para você, não importa o que elas fazem, você não sente o que elas sentem. Elas estão apenas lá. O mesmo é para o Universo. Ele não sabe que você está aí, até porque você não liga para ele.

Uma célula vai lá e cumpre sua função para manter o ambiente estável. Se não fosse por aquele simples ato, você não estaria lendo essas palavras. Uma célula se rebela e com seus genes defeituosos não reparados acaba por se multiplicar desenfreadamente criando uma rebelião. Com esse simples ato você estaria morrendo. O Universo move-se sem você perceber.

Um exercício que tenho feito quase todas as noites e extremamente simples tem me ajudado a conciliar meus atos e pensamentos. Vou para a janela e olho para o céu. Sinto as estrelas, aquele pano azul escuro/preto cobrindo tudo. Sinto que sou parte daquele Universo, daquilo que sequer nota minha existência. Mas como posso ser notada, se não noto o Universo que há em mim? Ao mesmo tempo sinto aquele microcosmo. Não satisfeita, saio em busca de mais. Olho para as janelas das casas, pessoas passando nas ruas. Cada um tem sua vida. Emoções indescritíveis tomam conta de meu ser. Pessoas que vivem ignorando a existência dos outros. Escolho alguém. Me coloco no lugar daquela pessoa. Suas alegrias e tristezas, problemas e soluções. Tudo. Ignorando os outros. Não, chega de ignorar. Pode parecer besteira de algum movimento New Age, mas o mundo poderia ser bem melhor se todos fizessem isso.

O futuro de esperar Domingo, 25 Janeiro, 2009

Posted by K. in Pensamentos baseados em experiências, Verdades Universais.
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As pessoas buscam um futuro. Insatisfeitos com seu estado atual, o que mais fazem é esperar e esperar. Esperança é um estado de estagnação que traz consigo os mais belos sonhos de mudança. O futuro é aquela ilusão que mora dentro dos nossos universos irreais. O que existe é o agora.

Como eu disse outra vez numa auto-entrevista: o Ontem é uma das melhores histórias de ficção, perde em criatividade apenas para o Amanhã. Podemos explorar a frase indo além e buscando todas as possibilidades de um outro dia. Ou alcançar vidas utópicas de pessoas que querem um mundo melhor mas não saem da frente da televisão.

Escrevi a mesma coisa em dois parágrafos. Parabéns, estou decandente. :(

Dogma e pragmatismo – parte 1 Quinta-feira, 22 Janeiro, 2009

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Pensamentos baseados em experiências, Verdades Universais.
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(O texto tenderá a sofrer mudanças, atualmente é apenas um rascunho de algo que prometi a alguém)

Iniciar um texto sempre é difícil. Talvez por pensar que isso já é difícil o torna difícil. E isto é um dogma. Procurando dogma no dicionário ele pode ser definido como uma crença imposta que não admite contestação.  Explore um pouco mais este conceito. Dogma é toda sua criação, tudo que você acha que é verdadeiro, tudo em que você acredita. Pragmatismo é se desprender de tais leis e criar novas leis que se chocam e permitem a criação de um novo universo, onde você é o senhor dele.

Ficar falando coisas como “eu sou pragmático” é ilusório. Chegar a um pragmatismo total é aquilo que muita gente almeja, mas nem todos alcançam. Cada passo que damos ao seguir adiante traz consigo um pouco de conhecimento. Como todo conhecimento, ele traz regras e leis, modo de funcionamento e coisas do gênero. Digamos que para cada coisa que você aprende, há um manual. Você pode nem ter consciência disto, mas carrega inúmeros manuais. Desde o modo de como portar em sociedade ao mundo mágicko. O “querer, saber, ousar, calar” é um dogma. É um dogma que nos auxilia, mas não deixa de ser um dogma. Há diversas leis que você sequer tem conhecimento, mas estão presas a ti, em sua vida, mediante o seu inconsciente e o inconsciente coletivo. Você está preso.

Pragmatização seria jogar as leis uma de encontro à outra. Uma busca desenfreada pela liberdade, por aquilo que é real. Você tem a capacidade de tudo, pode se libertar das amarras que te prendem. Seria colocar em prática aquela frase dita por alguns caoístas, “Nada é verdadeiro, tudo é permitido”. Se eu opto por dar vida ao universo em minha mente, ele começa a pulsar e me arrasta para dentro dele. Se eu o ignoro, ele me repele. E é assim que as coisas funcionam. São pequenas escolhas que você faz que te tornam o que você é.

Um dos grandes problemas da pragmatização é a ilusão. Criar uma realidade irreal, jogar-se nela e se perder nos labirintos da mente. Para tudo há um preço. Deve haver uma necessidade de querer ser algo maior, ser alguém jamais visto.

Cada pessoa é diferente, moldada por suas experiências passadas, idéias e atos. Cada um trilha seu caminho, uns correm, outros caem, outros voam. Métodos são irrelevantes, a maioria tende a querer se encontrar. Estamos numa busca desenfreada por nós mesmos. Baseado nisso, é possível dizer que cada um possui um tipo diferente de ver e lidar com magia. Dependendo de seus talentos e dificuldades, certo tipo de ato poderá ser mais fácil ou difícil. Magia do caos fala, resumidamente, em você fazer aquilo que é mais fácil para ti, seu talento. Deve explorar suas facilidades em busca de alcançar os melhores resultados. Isso é uma pragmatização. Destruir seus temidos dogmas e explorar todo seu potencial.

Teoricamente é interessante falar sobre não ser dogmático, mas na hora da prática tudo complica. E isso não se aplica apenas à magick, mas toda nossa vida. Adquirir conhecimento é bom, só tem um efeito adverso: dogma. Destrua o dogma e mantenha o conhecimento. Talvez seja esse ponto que todos (a maioria pelo menos) tentamos alcançar.

*Ainda há o que melhorar, os parágrafos não fluem, há pausas entre eles. De qualquer forma, está aí para quem quiser ler…

Anunciando… Terça-feira, 20 Janeiro, 2009

Posted by K. in Verdades Universais.
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Aparentemente este blog havia morrido. Por alguns instantes, apenas. Na emergência fizemos uma desfibrilação e tudo irá retornar ao seu indevido lugar aos poucos.

Férias é algo muito interessante. Época de reciclar conceitos e jogar fora aqueles impossíveis de serem reciclados. Não que eu seja caoista, discordiana ou sei lá o que. Sou simplesmente eu, aquela eterna garota de 13 anos que sonha em algum dia fazer a diferença. Não que eu esteja numa época “tô de bem com o mundo” na minha vida,  é apenas um olhar crítico mais neutro.

Falei, falei e não falei nada. Resumindo, irei postar umas coisas um pouco mais interessantes por aqui, que possuem mais semelhança com o nome do blog.

Por hoje é só.

Só para atualizar Terça-feira, 13 Janeiro, 2009

Posted by K. in Verdades Universais.
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*Tira a teia de aranha…*

Umas semanas atrás estava assistindo um filme com meu irmão mais novo, Indiana Jones e o Mundo das Caveiras de Cristal. Uma hora a mulher má fala que teria um mundo melhor, com as pessoas sendo manipuladas sem saberem disso, fazendo coisas sem saber o verdadeiro motivo, achando que tudo não passa de idéias deles. Então eu penso: já não é assim?

Explicando minha ausência Sábado, 13 Dezembro, 2008

Posted by K. in Experiências baseadas em pensamentos, Verdades Universais.
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Até o momento não dei nenhuma grande explicação com relação ao meu longo período de ausência no blog. A maioria deve pensar que era devido a faculdade, algumas ocupações mundanas, coisas do gênero.

Enganaram-se meus caros. Estava na finalização de meus planos de dominação Universal. Não é o mundo, é o universo. Nesse instante estava recebendo umas propostas para ser ditadora em alguns países da América Latina e dentro de algumas semanas expansão para a Ásia. Contatei os reptilianos (HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA – 23 has) e meus territórios já estão além da galáxia. Pobres mortais que não acreditam em minha influência e pensam que tudo que escrevo neste blog não passa de brincadeiras… tsc.

Money Sexta-Feira, 12 Dezembro, 2008

Posted by K. in Pensamentos baseados em experiências, Verdades Universais.
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O engraçado é que precisamos de dinheiro. Mais engraçado ainda é que ele nos faz pensar que precisamos dele.

Quem sou eu no tarot? Sexta-Feira, 28 Novembro, 2008

Posted by K. in Verdades Universais.
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Fiz o teste há pouco, tomei conhecimento no Chat-muda-de-nome Kinesis e Ocultismo, retirado do blog do Chesini.

Seria mais um teste de internet, se eu, nas minhas brincadeiras de pré-adolescente inconseqüente (eu tinha 13 anos) não resolvesse criar umas magicks usando cartas de tarot. Para o intento escolhi uma, devo ter trabalhado tanto com ela que criei afinidade. Ou já tinha, não sei. Fato é que a carta foi a que surgiu no teste. E pasmem, a descrição é meio parecida comigo…

You are The High Priestess

Science, Wisdom, Knowledge, Education.

The High Priestess is the card of knowledge, instinctual, supernatural, secret knowledge. She holds scrolls of arcane information that she might, or might not reveal to you. The moon crown on her head as well as the crescent by her foot indicates her willingness to illuminate what you otherwise might not see, reveal the secrets you need to know. The High Priestess is also associated with the moon however and can also indicate change or fluxuation, particularily when it comes to your moods.

What Tarot Card are You?
Take the Test to Find Out.